Bitcoin (BTC) perde força como 'ouro digital' e se aproxima das ações tech
Um relatório da Grayscale aponta que, nos últimos dois anos, o Bitcoin apresentou forte correlação com ações de empresas de software.
💲 O Bitcoin (BTC) segue sólido acima dos US$ 100 mil, alimentado por expectativas otimistas em relação ao futuro das criptomoedas sob a nova administração de Donald Trump nos Estados Unidos.
A recente valorização, impulsionada por nomeações estratégicas do presidente eleito, reforça o otimismo no mercado de ativos digitais e inteligência artificial.
Na manhã deste domingo (8), o Bitcoin era cotado a US$ 100.126,40, com uma leve alta de 0,68% nas últimas 24 horas, segundo dados da CoinMarketCap.
Enquanto isso, o Ethereum registrava queda de 0,46%, negociado a US$ 3.992,10.
Uma das movimentações mais comentadas foi a escolha de David O. Sacks como "czar" da Casa Branca para inteligência artificial e criptoativos.
Sacks, conhecido por sua atuação no setor de venture capital, terá como missão ampliar a clareza regulatória e fortalecer a competitividade dos Estados Unidos nesses mercados emergentes.
Em comunicado, Trump enfatizou que a indicação visa "proteger a liberdade de expressão online e combater a censura das Big Techs".
Especialistas apontam que o mercado enxerga o movimento como um marco para a criação de um ambiente mais acolhedor e competitivo para ativos digitais, potencialmente alavancando investimentos em fundos de índices (ETFs) e atraindo maior participação institucional.
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Analistas do Julius Baer destacam que o Bitcoin encontra apoio em fundamentos robustos, como a crescente procura por ETFs de criptoativos e o maior interesse em títulos de dívida corporativa vinculados a esse mercado.
“As mudanças regulatórias começam a ganhar tração com as nomeações pró-cripto de Trump. Vemos ventos favoráveis ao Bitcoin até 2025, com os riscos macroeconômicos sendo limitados”, afirmou o relatório.
Apesar do otimismo em torno da regulamentação, Austan Goolsbee, presidente do Federal Reserve de Chicago, afirmou que os ativos baseados em criptomoedas ainda não demonstraram impacto macroeconômico significativo.
Durante um simpósio econômico, Goolsbee mencionou que, embora esses ativos possam gerar um "efeito riqueza", ainda carecem de casos de uso prático na economia real.
Com o avanço das discussões sobre regulamentação e a busca por uma maior integração de criptoativos na economia tradicional, os próximos meses prometem ser decisivos para consolidar o Bitcoin e outras criptomoedas como ativos estratégicos.
📈 A combinação de fundamentos sólidos, apoio regulatório e interesse institucional pode ser o combustível necessário para sustentar essa nova fase de expansão.
Um relatório da Grayscale aponta que, nos últimos dois anos, o Bitcoin apresentou forte correlação com ações de empresas de software.
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