Faltam apenas 1 milhão de Bitcoins (BTC) para nascer até o ano 2140
Maior criptomoeda do mundo alcança o marco de mineração de 20 milhões de unidades.
🪙 O Bitcoin (BTC) atingiu sua máxima histórica nesta quarta-feira (21), ao romper US$ 109 mil, seguindo o fechamento do dia anterior com o maior preço diário registrado até então, de US$ 106.830.
Segundo Rony Szuster, Head de Research do MB (Mercado Bitcoin), um dos motivos para o recorde é o aumento da liquidez global. “Esse rompimento reflete uma base de investidores mais experiente, o aumento da liquidez global e a maior presença de instituições no mercado. Isso diferencia o momento atual de outros rallies que vimos no passado”.
Além disso, a trégua tarifária recente entre os EUA e vários parceiros comerciais, sem a inclusão da China, é vista como um sinal de que o endurecimento comercial tem limites, o que abre espaço para uma retomada do diálogo global. Segundo Szuster, essa mudança pode ser apenas o começo de um novo ciclo de valorização.
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“É provável que tenhamos alguma volatilidade nos próximos dias, mas o cenário geral é de sustentação. A tendência é de que esse novo patamar sirva como base para uma valorização mais consistente ao longo do segundo trimestre”, avaliou.
🗣️ Embora haja elementos que sugiram que o rali (série de altas ou baixas) pode levar o Bitcoin a um novo recorde histórico, o analista avalia que um rompimento mais sólido ao longo do segundo trimestre de 2025 é o cenário mais provável, como está começando a se materializar agora. Para Szuster, essa nova fase do mercado é marcada por uma dinâmica bem distinta daquela vista em períodos anteriores.
“Não é mais impulsionado apenas por expectativa. Hoje, vemos um ecossistema mais maduro, com regulação em andamento, produtos financeiros mais sofisticados e o interesse de grandes players globais. Isso cria uma nova dinâmica para o preço do Bitcoin”, analisou Szuster.
Maior criptomoeda do mundo alcança o marco de mineração de 20 milhões de unidades.
Charles Wicz, o Economista Sincero, revela o que está fazendo em sua carteira pessoal de criptomoedas.
A criptomoeda atingiu os US$ 73 mil nesta quarta-feira (4), o maior valor em um mês.
O bitcoin (BTC) acumulou queda de cerca de 12% em fevereiro e operava em alta de 5,65% por volta das 18h50 nesta segunda-feira (2).
A criptomoeda, que era negociada próxima de US$ 65,5 mil, caiu rapidamente para a faixa de US$ 63,1 mil, atingindo mínima intradiária de US$ 63.198.
Um relatório da Grayscale aponta que, nos últimos dois anos, o Bitcoin apresentou forte correlação com ações de empresas de software.
A criptomoeda sobe mais de 10% nesta 6ª, após tocar no menor nível dos últimos 15 meses.
2 empresas brasileiras têm uma estratégia de tesouraria baseada em BTC: CASH3 e OBTC3.
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