Brava Energia (BRAV3) tem prejuízo de R$ 588 milhões no 4º trimestre, queda de 43%
O crescimento da produção foi sustentado, principalmente, pela performance dos campos de Atlanta e Papa-Terra.
🚨 O Itaú BBA retomou nesta quarta-feira (20) a cobertura das ações da Brava Energia (BRAV3) com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 28 até o fim de 2026.
O número representa um potencial de valorização de 50,2% em relação ao fechamento da última terça-feira (19).
No pregão desta quarta, os papéis BRAV3 avançavam 0,86%, cotados a R$ 18,80, por volta das 14h45, figurando entre as altas do Ibovespa (IBOV).
Segundo os analistas Monique Natal, Eric de Mello e Eduardo Mendes, a Brava vem apresentando progresso operacional consistente, com ganhos de eficiência e melhor execução estratégica.
Em julho, a produção alcançou 74 mil barris por dia (kbpd), enquanto o custo de extração caiu para US$ 17,4 por barril de óleo equivalente (boe) no segundo trimestre de 2025, uma queda de 13% frente ao trimestre anterior.
O relatório também destacou avanços no gerenciamento de passivos e na reavaliação da alocação de capital, com foco no desenvolvimento de projetos offshore.
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A estratégia de direcionar investimentos (capex) para campos marítimos foi classificada pelo banco como “positiva”. Desde sua formação, a Brava — resultado da fusão entre 3R Petroleum e Enauta — vem simplificando seu portfólio para focar em ativos de maior retorno e reduzir sua alavancagem.
Atualmente, a empresa produz cerca de 91 mil barris de óleo equivalente por dia (kboed), sendo 81% petróleo e 19% gás.
O Itaú BBA aponta que os campos de Atlanta e Papa Terra são hoje os principais ativos estratégicos para a Brava, representando 46% da produção total e 54% da produção de petróleo.
Esses campos devem ser os grandes impulsionadores da desalavancagem financeira e da curva de produção da companhia nos próximos anos.
O banco projeta produção de:
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Projeções financeiras e foco em desalavancagem
O plano de capex da companhia em 2025 soma cerca de US$ 450 milhões, divididos entre onshore e offshore. Mas, segundo o Itaú, nos próximos anos a prioridade será o offshore, onde os retornos são considerados mais robustos.
Mesmo reconhecendo que a produção não deve acelerar fortemente no curto prazo, os analistas acreditam que a Brava está se posicionando para criar valor no longo prazo, com um fluxo de caixa livre (FCFE) estimado em 29% e redução da alavancagem para 1,1 vez dívida líquida/Ebitda, assumindo o barril do Brent a US$ 65.
📊 Apesar de riscos relacionados ao preço do petróleo e à redução do capex terrestre, o Itaú BBA avalia que a companhia está tomando decisões estratégicas acertadas, com potencial para entregar valorização das ações e consolidar seu papel entre as principais produtoras independentes do setor.
O crescimento da produção foi sustentado, principalmente, pela performance dos campos de Atlanta e Papa-Terra.
Do total produzido em fevereiro, 52,4 mil boe/d vieram de ativos offshore.
A autorização, contudo, está condicionada a duas determinações, diz o comunicado.
Do total produzido no mês, 45,7 mil boe/d vieram de ativos offshore.
Caso todos os requisitos sejam atendidos, a expectativa da Brava é que o fechamento ocorra ao longo de 2026.
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