Quase 30% das empresas da B3 nunca deram prejuízo; veja lista
Os setores financeiro e de utilidade pública dominam a lista, com 41 representantes ao todo.
🚨 As ações da B3 (B3SA3) registraram forte valorização nesta quinta-feira (13) após uma decisão unânime do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) a favor da operadora da Bolsa de Valores brasileira.
O julgamento tratava da amortização fiscal do ágio relacionado aos anos de 2014, 2015 e 2016, um tema que vinha gerando incertezas para a companhia.
A disputa envolvia questionamentos da Receita Federal sobre o uso do ágio originado na incorporação da antiga Bovespa Holding S.A., realizada em 2008.
O montante atualizado dessa contestação chegava a R$ 5,77 bilhões até dezembro de 2024.
No entanto, com a decisão do Carf, esse passivo potencial foi eliminado, sem possibilidade de recurso judicial, trazendo maior previsibilidade financeira para a B3.
Embora o resultado não impacte diretamente as demonstrações contábeis da companhia, analistas enxergam a medida como um alívio estratégico.
A Genial Investimentos destacou que a decisão reforça a segurança jurídica do modelo tributário adotado pela B3 e reduz um fator de incerteza que vinha pressionando a percepção do mercado em relação à empresa.
Com a sentença favorável, os papéis da B3 chegaram a subir 10,5% na sessão, atingindo R$ 11,60 no início da manhã.
A reação do mercado demonstra a relevância do caso, que agora deixa de ser um entrave para os investidores.
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O Goldman Sachs também classificou a decisão como positiva, destacando que o caso gerava um fator de risco significativo para as ações da companhia.
No entanto, o banco alerta que a B3 ainda enfrenta outras disputas tributárias, totalizando R$ 5,3 bilhões, relacionadas a contestações fiscais sobre o ágio de aquisições ocorridas entre 2008 e 2011 e também no ano de 2017.
Mesmo com o rally recente, as ações da B3 continuam sendo negociadas abaixo da média histórica da empresa e de bolsas internacionais.
Atualmente, o papel está precificado a um múltiplo Preço/Lucro de 10,9 vezes para 2025, um desconto de 37% em relação à média histórica de 17,4 vezes.
Para efeito de comparação, as bolsas globais operam em um patamar de 25,1 vezes, enquanto o setor financeiro brasileiro, excluindo os grandes bancos, negocia a uma mediana de 9,1 vezes.
Essa precificação sugere um espaço para reação dos papéis, caso o cenário macroeconômico e regulatório favoreça o mercado de capitais no Brasil.
📊 Diante desse contexto, tanto a Genial Investimentos quanto o Goldman Sachs mantiveram a recomendação de compra para B3SA3, com preços-alvo de R$ 14,00 e R$ 12,00, respectivamente, para os próximos 12 meses.
Os setores financeiro e de utilidade pública dominam a lista, com 41 representantes ao todo.
Na comparação com dezembro, o crescimento foi de 10,8%.
O novo índice acompanha letras financeiras seniores e subordinadas emitidas por instituições enquadradas no segmento S1 do BC.
Na Quarta-feira de Cinzas as operações serão retomadas em horário reduzido.
Por volta das 14h15, as ações avançavam 4,37%, figurando como a melhor performance entre as ações do Ibovespa.
Segundo o executivo, 2026 começa com sinais claros de retomada do apetite dos investidores, sobretudo estrangeiros, por ativos brasileiros.
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