Ouro e prata voltam a brilhar e seus ETFs disparam até 7%
Contratos futuros do metal dourado são negociados acima dos US$ 5 mil por onça-troy, revertendo pressão vendedora.
💰 A Aura Minerals (AURA33) apresentou lucro líquido de R$ 8,14 milhões no 2º trimestre de 2025, revertendo parcialmente o prejuízo de R$ 25,7 milhões registrado no mesmo trimestre de 2024. A empresa informou que o resultado foi impulsionado pelo aumento do preço do ouro, que atingiu US$ 3.185 por onça, e pela produção constante de 64 mil onças equivalentes de ouro.
Segundo as demonstrações de resultados, a receita líquida no 2º trimestre de 2025 foi de R$ 190,4 milhões, crescendo 42% em relação aos R$ 134,4 milhões do mesmo trimestre de 2024. Já o Ebitda ajustado alcançou R$ 106,2 milhões, registrando aumento de 89% frente aos R$ 56,1 milhões do segundo trimestre do ano anterior.
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💸 A geração de caixa operacional foi positiva, somando US$ 27 milhões no trimestre, alta de 10% ante o 2T24. O capex da companhia foi significativo, totalizando US$ 44 milhões, com foco nas expansões das unidades de Almas e Matupá (Brasil) e nas obras em Tolda Fría (Colômbia). A dívida líquida ficou em US$ 75 milhões, com alavancagem de 0,5 vez o Ebitda ajustado dos últimos 12 meses.
Na outra ponta, a produção global da Aura alcançou 55 mil onças equivalentes de ouro no 2T25, o que representa uma queda de 15% na comparação anual. Em Aranzazu, no México, houve leve redução na produção, enquanto Almas contribuiu com 13,3 mil onças, com expectativa de crescimento ao longo do segundo semestre.
🤑 A Aura Minerals informou ainda que aprovou o pagamento de um dividendo de US$ 0,33 por ação ordinária, o que corresponde a aproximadamente US$ 27,3 milhões no total. O dividend yield nos últimos doze meses é de 7,4%. Segundo o fato relevante divulgado pela empresa, “este pagamento supera o valor mínimo previsto na Política de Dividendos da Companhia.”
Contratos futuros do metal dourado são negociados acima dos US$ 5 mil por onça-troy, revertendo pressão vendedora.
Só o metal prateado viu a sua cotação se desvalorizar -25%, a maior queda diária desde a crise financeira de 2008.
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De acordo com o banco, ganhos não devem se limitar às companhias de petróleo dos EUA.
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