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Nesta quinta-feira (12), o Assaí (ASAI3) anunciou uma parceria com o Mercado Livre (MELI34). A atacadista vai começar a vender produtos na plataforma de marketplace.
Segundo o comunicado, o acordo começa a valer no segundo semestre deste ano, quando os itens poderão ser adicionados em carrinhos de compras conjuntos. Desta forma, na mesma compra de outras lojas, poderão ser adquiridos itens de cesta básica, higiene e outras categorias vendidas pelo Assaí.
“A parceria com o Mercado Livre marca nossa estreia no marketplace e reforça a estratégia de ampliar a conveniência e o acesso em canais digitais, com uma operação estruturada para ganhar escala com disciplina e eficiência”, afirma Belmiro Gomes, CEO do Assaí.
O grande diferencial, segundo as empresas, é que o Mercado Livre vai cuidar também das entregas, que não serão feitas por meio das unidades da rede de atacado, mas a partir dos centros de distribuição do marketplace. No primeiro momento, as vendas serão exclusivas para os consumidores do Sudeste, mas a estimativa é que sejam levadas também para outras regiões do país até o final do ano.
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“O lançamento da loja oficial do Assaí no nosso marketplace é um movimento estratégico, alinhado à evolução do e-commerce no Brasil e à nossa aposta na categoria de Alimentos e Bebidas. Trata-se de um segmento essencial para compras recorrentes e que ainda tem baixa penetração no comércio eletrônico no país, estimada em apenas 3% em 2025”, diz Fernando Yunes, vice-presidente sênior e head de Commerce do Mercado Livre na América Latina.
O anúncio foi suficiente para animar as ações do atacadista no pregão desta quinta, que ensaiavam encostar nos R$ 10. Por volta das 13h, a companhia via seu ticker se valorizar em 8%, conforme dados da B3.
O mesmo acontecia com o ticker do Mercado Livre, que crescia 2% na Nasdaq, nos Estados Unidos. Aqui no Brasil, os BDRs da companhia são negociados com avanço de 1,6%, para acima de R$ 89.
“Essa parceria representa mais do que a abertura de um novo canal de vendas: é parte da evolução da estratégia digital do Assaí, que combina ativos físicos, eficiência operacional e inteligência de dados para construir novas avenidas de crescimento. Nesta parceria, adotamos o modelo fulfillment, com uma visão de longo prazo, aberta à expansão gradual de formatos, categorias e oportunidades dentro do ecossistema digital”, complementa Júlio Gentilim, Diretor Executivo de Planejamento Estratégico e Digital do Assaí.
O movimento de alta ignora os resultados da companhia publicados na véspera. A marca reportou uma queda de 27% no lucro líquido do 4T25, quando comparado com o mesmo período do ano passado, totalizando R$ 347 milhões.
A gestão afirmou, porém, que o foco da companhia no período foi reduzir a alavancagem. A dívida líquida recuou cerca de R$ 1,2 bilhão ao longo do ano, o que foi visto como positivo pelos analistas do mercado.
“Havia um temor do mercado de que talvez não conseguíssemos manter o nível de redução de dívida. Mesmo em um ambiente de consumo desafiador que temos vivido agora, nós conseguimos entregar a principal meta que nós tínhamos”, afirma o executivo.
Com isso, a alavancagem terminou o ano em 2,56x, abaixo do guidance que era de 2,6x.
“Junto com os resultados, houve alguns anúncios positivos, entre os quais destacamos o reconhecimento de aproximadamente R$ 1,5 bilhão em créditos tributários relacionados a PIS/COFINS (com potencial de monetização ao longo dos próximos anos) e o novo guidance de abertura de lojas, prevendo cinco novas unidades em 2026 (ante 10 anteriormente)”, dizem os analistas do Santander.
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