Petrobras (PETR4): Produção cresce e atinge 3,2 milhões de boed em dezembro
Segundo a ANP, a produção da Petrobras avançou em dezembro, com alta no petróleo e no gás natural, impulsionada pelo pré-sal.
📊 A Petrobras (PETR4) anunciou nesta terça-feira (13) que está analisando minuciosamente a recente decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), emitida em 31 de julho, que destacou possíveis irregularidades em um contrato firmado com a produtora de fertilizantes Unigel.
A estatal está considerando quais ações poderão ser implementadas para evitar questões semelhantes em futuras contratações.
Em sua resposta à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Petrobras ressaltou que o TCU, apesar de apontar falhas no acordo, decidiu não conceder medidas cautelares devido à perda de objeto, não exigindo, portanto, ações imediatas em relação ao contrato.
O contrato em questão, firmado em dezembro do ano passado, envolvia um acordo de industrialização por encomenda, conhecido como "tolling", entre a Petrobras e a Proquigel Química, no valor de R$ 759,2 milhões.
O acordo previa a prestação de serviços nas unidades de fertilizantes nitrogenados da Petrobras localizadas em Camaçari (BA) e Laranjeiras (SE).
💰 No entanto, a estatal informou, em junho, que o contrato não foi efetivado devido ao não cumprimento das condições de eficácia.
A Petrobras reforçou seu entendimento de que todas as suas ações foram conduzidas com diligência e em conformidade com as regras internas de governança.
Segundo a ANP, a produção da Petrobras avançou em dezembro, com alta no petróleo e no gás natural, impulsionada pelo pré-sal.
A disparada levantou dúvidas entre os investidores sobre quanto dessa alta já está precificada e o que ainda pode sustentar o papel em 2026.
Sem a petroleira, o lucro das demais estatais somou R$ 41,8 bilhões, o que deixa clara a forte dependência em relação à Petrobras.
Por volta das 12h, os papéis preferenciais PETR4 subiam 2,54%, negociados a R$ 38,29, liderando os ganhos do Ibovespa.
Segundo comunicado, os acordos firmados podem resultar na comercialização de até 60 milhões de barris de petróleo brasileiro.
O objetivo é compensar o declínio natural de campos mais antigos e reforçar a presença da companhia.
A estatal também reforçou que o valor pago pelo consumidor final não depende apenas do preço da molécula do gás comercializado.
Ela lembrou ainda que a companhia já mantém um projeto de gás natural na Colômbia.
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