Oi (OIBR3): Acionista minoritário praticamente zera participação
O acionista informou que a alienação das ações não tem como objetivo alterar a estrutura administrativa da companhia.
🚨 As ações da Oi (OIBR3) registraram forte alta nesta segunda-feira (23), impulsionadas por avanços significativos na reestruturação de seus negócios.
Às 11h12 (horário de Brasília), os papéis ordinários da companhia subiam 6,67%, cotados a R$ 1,44, enquanto as ações preferenciais (OIBR4) apresentavam alta de 2,76%.
A valorização ocorreu após a empresa, atualmente em recuperação judicial, anunciar a assinatura de uma proposta vinculante com a Mileto Tecnologia S.A. para a possível venda de ativos relacionados à sua operação de TV por assinatura.
O acordo contempla a base de assinantes, equipamentos terminais e outros ativos, direitos e obrigações associados ao serviço.
A transação será estruturada por meio de uma Unidade Produtiva Isolada (UPI), um mecanismo frequentemente utilizado em processos de recuperação judicial para viabilizar a venda de ativos sem que os passivos da companhia sejam transferidos ao comprador.
Essa abordagem garante maior segurança jurídica para o novo investidor e atratividade ao processo competitivo.
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O Memorando de Entendimentos firmado entre a Oi e a Mileto confere exclusividade à empresa para negociar os termos do acordo e os documentos necessários à conclusão da transação.
No entanto, a exclusividade se limita à vigência do memorando, sem comprometer o caráter competitivo do processo de alienação.
O movimento reforça a estratégia da Oi de reestruturação de seu portfólio e foco em negócios mais lucrativos, uma iniciativa crucial para a continuidade de suas operações no cenário pós-recuperação judicial.
A venda dos ativos de TV por assinatura pode gerar receita adicional e contribuir para a redução de dívidas, aspectos que agradam ao mercado e influenciam positivamente a percepção dos investidores.
Especialistas do mercado avaliam que a venda pode sinalizar maior agilidade na reestruturação da companhia, ao mesmo tempo que fortalece a Mileto no segmento de TV por assinatura.
📊 Apesar do otimismo momentâneo, o sucesso da operação dependerá do desenrolar do processo competitivo e da aprovação pelos credores.
O acionista informou que a alienação das ações não tem como objetivo alterar a estrutura administrativa da companhia.
Empresa em recuperação judicial ainda precisa cumprir rito burocrático para concluir a transação.
De acordo com a manifestação, essa redução poderá tornar a operação da empresa financeiramente insustentável.
Os recursos contestam a decisão da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro.
Victor Adler e pessoas vinculadas passaram a possuir 122 mil ações preferenciais da Oi.
A decisão manteve a liquidação ordenada dos ativos pelo gestor judicial até o julgamento do mérito dos recursos.
A empresa divulgou a informação na última terça-feira (12).
A UPI Oi Soluções reúne ativos ligados ao segmento B2B da companhia.
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