KORE11

Kinea Oportunidades Real Estate

KORE11 Cotação
R$ 76,00
KORE11 DY (12M)
18,03%
P/VP
0,72
Liquidez Diária
R$ 3,50 M
VARIAÇÃO (12M)
8,65%
graph

COTAÇÃO KORE11

BVMF
KORE11
Se você tivesse investido
Se você tivesse investido
1 dia
7 dias
30 dias
6 meses
YTD
1 ano
5 anos
10 anos
hoje você teria *
hoje você teria:
*
*O valor considera o reinvestimento dos dividendos.

Rentabilidade de Kinea Oportunidades Real Estate

1 mês
3 meses
1 ano
2 anos
5 anos
10 anos
rentabilidade
1 mês
1,08%
3 meses
6,16%
1 ano
8,65%
2 anos
-2,48%
5 anos
0,00%
10 anos
0,00%

rentabilidade real

rentabilidade menos a inflação.

1 mês
1,08%
3 meses
5,08%
1 ano
5,25%
2 anos
-10,44%
5 anos
0,00%
10 anos
0,00%
Sobre a empresa

INFORMAÇÕES SOBRE KORE11

Razão Social
Kinea Oportunidades Real Estate
CNPJ
52.219.978/0001-42
PÚBLICO-ALVO
Geral
MANDATO
Renda
SEGMENTO
Lajes Corporativas
TIPO DE FUNDO
Fundo de Tijolo
PRAZO DE DURAÇÃO
Indeterminado
TIPO DE GESTÃO
Ativa
TAXA DE ADMINISTRAÇÃO
VACÂNCIA
1,86%
NUMERO DE COTISTAS
30.242
COTAS EMITIDAS
9.624.989
VAL. PATRIMONIAL P/ COTA
R$ 106,07
VALOR PATRIMONIAL
R$ 1,02 Bilhão
ÚLTIMO RENDIMENTO
R$ 0,60
statistics

HISTÓRICO DE INDICADORES FUNDAMENTALISTAS

ARRASTE O QUADRO PARA VER MAIS DADOS
graph

COMPARAÇÃO DE KORE11 COM ÍNDICES

Se você tivesse investido (alterar) há 2 anos, hoje você teria

R$ 1.000,00 em PETR4 você teria R$ 2.294,60

R$ 1.000,00 em LEVE3 você teria R$ 5.240,60

*O valor considera o reinvestimento dos dividendos.
Cotação

COMPARANDO COM OUTROS FIIS

Checklist do Investidor Buy And Hold

Checklist do investidor buy and hold sobre KORE11

Distribuições nos últimos 12 meses

Distribuições nos últimos 12 meses

Mostra o rendimento FII KORE11 nos últimos 1, 3, 6 e 12 meses. Um maior Yield sugere maior retorno. O valor em reais é referente ao valor pago por cota do ativo.
Cotação

DIVIDEND YIELD KORE11

DY atual: 18,03%

DY médio em 5 anos: 11,70%

Cotação

KORE11 DIVIDENDOS

KORE11 pagou o total de R$ 13,70 nos últimos 12 meses.

Cotação

SIMULADOR "MAGIC NUMBER" DO FII KORE11

Fórmula do Magic Number dos FIIs

O número que te permite comprar novas cotas de um FII apenas com os dividendos pagos por ele, sem precisar fazer novos aportes, gerando o efeito bola de neve.

R$ 0,00 Valor atual da cota
R$ 0,00 Último valor de dividendos pagos por cota
00000 cotas Número de cotas necessárias para gerar o efeito bola de neve dos FIIs

Ou

00000 Cotas
R$ 0,00 Valor atual da cota
R$ 0,00 Total investido necessário para gerar o efeito bola de neve
Valor atual da cota R$ 0,00
Últimos dividendos R$ 0,00
00000
00000 cotas

necessárias pra gerar o efeito bola de neve.

Isso equivale a:
Valor atual da cota R$ 0,00
Cotas 00000
R$ 0,00
R$ 0,00

Total investido necessário para gerar o efeito bola de neve

Os resultados fornecidos pelo simulador são baseados em dados disponíveis publicamente e em algoritmos matemáticos, e não constituem recomendação de investimento.
Cotação

SOBRE A KORE11

Sobre a Kinea Oportunidades Real Estate

O Kinea Oportunidades Real Estate (KORE11) é um fundo imobiliário negociado na B3, com estratégia voltada à alocação em diferentes oportunidades do mercado imobiliário. 

Seu objetivo consiste em investir em ativos imobiliários físicos, participações em empreendimentos e operações estruturadas relacionadas ao setor.

A administração é realizada pela Intrag Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, enquanto a gestão é conduzida pela Kinea Investimentos, gestora do grupo Itaú especializada em crédito e investimentos imobiliários.

Estratégia e composição

O KORE11 é classificado como um fundo híbrido, com flexibilidade para investir em diferentes classes de ativos do setor imobiliário, incluindo imóveis físicos, participações societárias em projetos e instrumentos financeiros relacionados.

A carteira do fundo inclui imóveis comerciais e ativos corporativos, além de participações estruturadas em empreendimentos imobiliários. 

Entre os ativos imobiliários presentes na estratégia do fundo estão edifícios corporativos localizados em regiões consolidadas da cidade de São Paulo e Rio de Janeiro, como: 

  • Alameda Santos - SP
  • Edifício Corporate Plaza - SP
  • Morumbi Office Tower - SP
  • Centro Empresarial Botafogo - RJ

Esses imóveis são utilizados principalmente como lajes corporativas, que são andares ou conjuntos comerciais destinados a escritórios empresariais. 

A receita gerada pelos ativos ocorre por meio de contratos de locação com empresas ocupantes, que podem ter correção por indexadores como IPCA, índice oficial de inflação, ou IGP-M, índice utilizado em contratos imobiliários.

Além dos imóveis físicos, o fundo pode investir em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), títulos de dívida lastreados em créditos do setor imobiliário, bem como em participações em outros veículos de investimento imobiliário. 

Essas estruturas podem possuir diferentes garantias e níveis de subordinação, que representam a ordem de prioridade de pagamento em uma operação de crédito.

A gestão realiza análise ativa das oportunidades, acompanhamento das operações e pode estar sujeita ao mark-to-market, que representa a atualização do valor dos ativos conforme as condições de mercado.

Diversificação e exposição

A carteira do KORE11 é composta por diferentes tipos de ativos do setor imobiliário:

• Imóveis corporativos localizados em regiões empresariais de São Paulo.

• Participações em empreendimentos imobiliários estruturados.

• Certificados de Recebíveis Imobiliários.

• Ativos com receitas indexadas a IPCA ou IGP-M.

A diversificação ocorre pela combinação de ativos físicos, operações de crédito e diferentes estruturas de investimento.

Estrutura do fundo, taxas e distribuição

As cotas do KORE11 são negociadas no mercado secundário da B3, permitindo a negociação entre investidores.

O fundo possui taxa de administração prevista em regulamento, que contempla as atividades de administração fiduciária e gestão da carteira, podendo incluir taxa de performance conforme a estrutura definida.

A distribuição de resultados ocorre a partir das receitas geradas pelos contratos de locação dos imóveis e pelos rendimentos de eventuais ativos financeiros presentes na carteira. 

Os rendimentos distribuídos aos cotistas são, em regra, isentos de imposto de renda para pessoas físicas, desde que atendidos os critérios legais aplicáveis aos fundos imobiliários.

Média de avaliações dos usuários:

Isso não é uma recomendação de compra/venda.
Cotação

Lista de Imóveis

São Paulo
3
Rio de Janeiro
1

CENTRO EMPRESARIAL BOTAFOGO

Estado: Rio de Janeiro
Área bruta locável: 23.440,00 m²

ALAMEDA SANTOS

Estado: São Paulo
Área bruta locável: 6.468,00 m²

MORUMBI OFFICE TOWER

Estado: São Paulo
Área bruta locável: 18.479,00 m²

CORPORATE PLAZA

Estado: São Paulo
Área bruta locável: 10.489,00 m²
statistics

histórico da taxa de vacância KORE11

Comunicados da Empresa

COMUNICADOS DO KORE11

Informe Mensal

Data de Divulgação: 16/03/2026
Abrir

Relatório Gerencial

Data de Divulgação: 03/03/2026
Abrir

Informe Mensal

Data de Divulgação: 13/02/2026
Abrir

Relatório Gerencial

Data de Divulgação: 03/02/2026
Abrir

Informe Mensal

Data de Divulgação: 14/01/2026
Abrir
Informações sobre valor patrimonial

Informações sobre valor patrimonial

O valor patrimonial é um item determinante para ser analisado antes de adquirir qualquer fundo imobiliário.
Através dos dados patrimoniais você pode saber qual o valor real dos ativos pertencentes ao FIIs.

VALOR PATRIMONIAL POR COTA

R$ 106,07

VALOR DA COTA

R$ 76,00
statistics

Média do Tipo e Segmento

Comparando o KORE11 com a média dos indicadores dos FIIs de tipo (Fundo de Tijolo) e do segmento (Lajes Corporativas).
KORE11 P/VP : 0,72
Comparação : 0,75
KORE11 DY (12M) : 18,03%
Comparação : 4,32%
Valor Patrimonial : 1,02 Bilhão
Comparação : 170,19 Milhões
Val. Patrimonial p/ Cota : R$ 106,07
Comparação : R$ 93,10

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Carmine D'amore

22 de Novembro de 2025 22/11/2025

Eu mergulhei no KORE11 de cabo a rabo — relatório, carteira, contratos, risco, preço — e cheguei a uma conclusão simples: pra mim, agora, ele não serve pros meus objetivos. Avaliei este FII ao longo de 3 meses com um protocolo determinístico que combina AT (RSI(14), MACD(12,26,14), BB(20,2), SMA(20/50/200), Stoch D(14,3,3) e Stoch semanal (21,5,5)), fundamentos (DY, P/L, EV/EBITDA, P/VP, ROE/ROIC, alavancagem, liquidez, free float/ADV), eventos (fatos relevantes). E tudo indica que este KORE11 tem pontos fortes, claro. Os imóveis são bons, localizados em regiões premium de RJ e SP. A vacância despencou para níveis muito baixos, a gestão da Kinea é competente e o P/VP descontado chama atenção. Além disso, o fundo não tem dívidas e isso reduz riscos num ciclo mais fraco de escritórios.
Mas, quando olho o quadro completo, o problema aparece rápido. O dividendo atual é artificial. Ele depende de RMG (renda mínima garantida) e de muita receita financeira de caixa. Quando a RMG acabar e a última parcela dos imóveis for quitada (e o caixa diminuir), o dividendo deve cair mais ou menos pela metade. A projeção do próprio gestor é uns R$ 0,60–0,63 por cota.
Ou seja: quem compra hoje pelos R$ 1,25 está se enganando. Não é renda real, é renda temporária.
Outro ponto que pesa: o fundo é muito concentrado em poucos prédios e boa parte da receita vem do RJ, um mercado volátil. Qualquer vacância nova num desses ativos bate direto na renda. E, por serem contratos típicos, renegociação em cenário ruim vira risco real.
Então, juntando tudo, pra minha estratégia — que busca renda mais estável e risco menor — eu deixo passar. Prefiro ver o fundo estabilizado pós-RMG pra decidir. Mas KORE11 é um bom investimento para buy and hold de longo prazo? Pode ser, dependendo do perfil. Faz sentido se o investidor estiver confortável com: volatilidade forte no preço em 2026, renda que cai pela metade, exposição relevante a escritórios e RJ. Se a pessoa quer estabilidade e crescimento gradual de renda, não é o melhor candidato.Se aceita ciclos e quer apostar em recuperação de escritórios premium, pode considerar — mas com olhos no pós-RMG, nunca no DY atual.
Espero que isso tudo possa ajudar vocês. Fui! Aquele abraço!

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Cicin Silva

08 de Outubro de 2025 08/10/2025

O fundo paga um dividendo muito alto mais do que um fundo de papel, analisei o RG e vi pouco risco e cheguei a conclusão de que vale a pena entrar o fundo.

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Amanda Corrêa

15 de Outubro de 2025 15/10/2025

Imóveis em apenas dois estados, vacância de mais 5%.... Iria para outros fundos mais baratos e com menos riscos.

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Werner Cornils

04 de Novembro de 2025 04/11/2025

Pessoal isso é um FII de tijolo focado em escritórios corporativos, a maior queda dele foi com a questão da covid. Em set/2025 ele atingiu 100% de ocupação do edifício Morumbi Office Tower. A vacância dele caiu pra 3,96$ e a vacância financeira subiu 8,93 a 9,04% devido a carência contratual de novos inquilinos. Mais ainda é um bom fundo, e se o mercado melhorar e o governo mudar e o banco central baixar a tx de juros, ele pode voltar a subir, matando sua vacância. galera investir nao é brincadeira, tem que estudar. Quem so olha dividendo vai levar fumo! Falo isso porque quando entrei era desse jeito, hoje ta tranquilo. Nem tudo que esta em oportunidade é bom, e nem tudo que ta caro vale a pena. Tem que estudar o que voce tem intenção de adquirir.

Quem entrou olhando so o dividendo má noticia, está descontado principalmente porque os rendimentos mensais de R$ 1,25 por cota são temporários e devem cair para cerca de R$ 0,60 a partir de janeiro de 2026. Isso gerou uma correção no preço da cota, que caiu de R$ 80 para cerca de R$ 70 sendo uma media podendo cair mais tratando-se como eu disse de um fundo de escritórios que no momento não esta legal ainda.

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Carmine D'amore

31 de Janeiro de 2026 31/01/2026

Em novembro eu já tinha comentado sobre a projeção do próprio gestor de R$ 0,60–0,63 por cota no pós-RMG (Renda Mínima Garantida). Agora isso deixou de ser projeção e virou valor efetivamente distribuído.
O relatório gerencial de dezembro, na minha opinião não está errado, mas não deixa explícitos alguns pontos que ficam mais claros ao olhar o dividendo atual.
Primeiro: esse novo patamar ainda não é renda 100% operacional. Ele vem após um consumo relevante da RMG e de uma redução forte do caixa. Só em dezembro, cerca de R$ 6 milhões de RMG foram utilizados, e o caixa caiu de aproximadamente R$ 339 milhões para algo perto de R$ 55 milhões após a quitação final dos imóveis. A receita financeira, que no semestre representou algo em torno de R$ 0,33 por cota, tende a perder peso daqui em diante.
Segundo: com um dividendo na casa dos R$ 0,60, o fundo fica estruturalmente mais sensível. O portfólio é concentrado, com contratos típicos e exposição relevante ao RJ. Sem o colchão da RMG e do caixa elevado, qualquer vacância ou renegociação impacta diretamente a renda.
Terceiro: o desconto expressivo no preço não é apenas ruído. Ele reflete a transição do KORE11 para sua fase econômica real, sem renda garantida e ainda dependente do ciclo de escritórios.
Quando falo em “entregar crescimento operacional”, falo de buscar novas oportunidades de investimento, reciclagem de portfólio ou aumento real de receita que compense essa nova estrutura.
Resumo: a fase de narrativa acabou.
O KORE11 passa a ser avaliado pelo aluguel que gera de fato.
Os R$ 0,60 funcionam mais como uma ponte para a renda futura do que como um ponto de chegada.
Por fim, um detalhe relevante: o gestor informou a manutenção da redução da taxa de administração para 0,98% a.a. até 31/12/2026, como sinal de alinhamento com os cotistas. Na prática, isso indica que a estrutura de renda está sob pressão e que qualquer alívio de custo se tornou necessário. Considerando o valor de mercado atual do fundo (R$ 700–720 milhões), essa redução representa algo em torno de R$ 500–600 mil a menos em despesas em 2026. Não resolve o estrutural, mas ajuda a segurar o impacto no resultado num momento de transição.
Ou seja: quando até a taxa de administração precisa ser ajustada para fechar a conta, fica claro que o fundo ainda navega em águas apertadas no pós-RMG. Portanto, este KORE11 não entra na minha carteira por agora.
Prefiro esperar o fundo atravessar completamente o pós-RMG e mostrar, na prática, qual é a sua capacidade real de gerar renda apenas com aluguel, sem apoio de caixa, sem receitas financeiras relevantes e sem ajustes artificiais.
Volto a olhar com mais interesse quando houver sinais claros de crescimento operacional, seja via novas oportunidades de investimento, reciclagem de portfólio ou aumento consistente da receita recorrente, e quando a renda estiver estabilizada dentro dessa nova realidade. Até lá, acompanho, mas fico de fora.

user

Fernando Santos

09 de Março de 2026 09/03/2026

Alguém pode me explicar o fundo tinha uma vacancia maior no passado e pagava bons dividendos. A vacancia diminuiu e os dividendos também muito estranho. Alguém sabe me dizer o porque ? e se vale a pena entrar no papel ?

user

A.ct

11 de Outubro de 2025 11/10/2025

Compõe bem a parte de risco da minha carteira. Ao meu ver tende muito a melhorar.

user

Mano Reis

07 de Fevereiro de 2026 07/02/2026

Porque o dividendo caiu para 0,60 centavos? Janeiro foi 1,25 reais? O que aconteceu?

user

Rodrigo Martins

19 de Janeiro de 2026 19/01/2026

a galera filtra o Dividend Yield e depois de ver alguns dados acha que vale a pena investir neste fundo. Pessoal, quando falamos em investimentos é sempre a longo prazo. uma boa estratégia é usar o pagamentos dos rendimentos e colocar em um caixinha 100% do CDI. podem criar várias caixinhas, para aquele fii que acha que está no prejuizo assim que ele te pagar o valor da desvalorização vocês vedem suas cotas. para os demais invistam em IVVB11, DIVO11 e BOVA11.

user

Antinio Soares

18 de Março de 2026 18/03/2026

Começarei a investir nele no ano de 2026 mês de março quero comprar 500 contas é só o início porque quando ele valorizar teria um lucro na valorização e nos dividendos

Dúvidas comuns

Quanto custa uma cota de KORE11?

A cotação hoje de KORE11 é de R$ 76,00, com uma variação de 8,65% em relação ao último ano. A cotação de KORE11 iniciou o ano negociando na casa dos R$ 74,45 e hoje está em R$ 76,00. Acompanhe o gráfico de cotação em tempo real, a cotação histórica de KORE11 e os demais dados dos fundos imobiliários.

Quanto KORE11 paga por cota?

KORE11 costuma pagar dividendos mensais. Nos últimos 12 meses, distribuiu um total de R$ 13,70 por cota, com uma média mensal de R$ 1,14. O Dividend Yield no período foi de 18,03%.

KORE11 vale a pena?

Atualmente, KORE11 está cotado a R$ 76,00, com um P/VP de 0,72, representando um desvio de 0,82% em relação à sua média histórica. No último ano, KORE11 apresentou uma variação de 8,65% em sua cotação e distribuiu R$ 13,70 em dividendos, resultando em um Dividend Yield de 18,03%. O retorno total do acionista foi de 8,65%.

É importante lembrar que rentabilidade passada não garante resultados futuros. Isso não deve ser visto como uma recomendação de investimento.

Qual o preço justo de KORE11?

Investidores costumam usar o P/VP como referência, já que, em uma eventual liquidação, o valor patrimonial pode indicar quanto os cotistas receberiam após a venda dos ativos e pagamento das dívidas.

Neste caso, o preço justo de KORE11 seria de R$ 106,07, com base no valor do patrimônio total dividido por cotas.

Hoje, o fundo tem um patrimônio de R$ 1,02 Bilhão e P/VP de 0,72, com desvio de 0,82% sobre a média histórica.

Este conteúdo tem caráter informativo e não deve ser interpretado como recomendação de investimento.

Quanto rende 100 cotas de KORE11 hoje?

A rentabilidade de KORE11 foi de 1,08% no último mês, 8,65% no último ano e 0,00% nos últimos 5 anos (já considerando valorização e dividendos).

Nos últimos 12 meses, o fundo pagou um total de R$ 13,70 em dividendos, um Dividend Yield de 18,03%.

Se você quisesse comprar 100 cotas de KORE11 hoje, o investimento total seria de R$ 7.600,00, com base na cotação atual de R$ 76,00.

Caso o desempenho passado se repetisse, o retorno do seu investimento seria de:

  • Em 1 ano: R$ 8.257,40

É importante lembrar que rentabilidade passada não garante resultados futuros. Isso não deve ser visto como uma recomendação de investimento.