O CHIP11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho do setor global de semicondutores por meio da replicação do índice internacional composto pelas principais empresas da indústria: VanEck Semiconductor ETF – SMH.
O fundo é administrado pelo Banco BNP Paribas Brasil S.A. e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto a companhias globais de tecnologia.
Classificado como ETF internacional temático, o CHIP11 adota gestão passiva. A estratégia consiste em investir majoritariamente em cotas de um fundo de índice no exterior (VanEck Semiconductor ETF – SMH), que acompanha o índice MVIS® US Listed Semiconductor 25 Index, reunindo empresas envolvidas na produção de semicondutores e equipamentos relacionados.
A carteira é composta por ações de empresas globais do setor de semicondutores, com forte concentração nos Estados Unidos, além de exposição a países como Taiwan e Holanda. A ponderação segue critérios definidos pelo índice subjacente, com rebalanceamentos trimestrais e limites de concentração por ativo para manter a aderência à metodologia.
Composição e perfil de exposição
O ETF CHIP11 oferece exposição a:
- Empresas globais da indústria de semicondutores.
- Segmentos de chips, equipamentos e tecnologia.
- Mercado internacional com exposição cambial em dólar.
O CHIP11 busca refletir o desempenho do setor de semicondutores global, incluindo empresas como NVIDIA, TSMC, Broadcom e ASML, que atuam em diferentes etapas da cadeia produtiva.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração total de aproximadamente 0,65% ao ano, considerando a taxa no Brasil (0,30% a.a.) e no exterior (0,35% a.a.).
Não há taxa de performance e não há distribuição recorrente de rendimentos, sendo os ganhos refletidos no valor da cota. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O CHIP11 foi lançado em 2024, com o objetivo de oferecer acesso ao setor global de semicondutores por meio da bolsa brasileira, utilizando uma estrutura que replica um ETF internacional especializado no segmento.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs temáticos no Brasil, acompanhando o aumento do interesse por investimentos em tecnologia e inovação.
Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido as oscilações do setor global de semicondutores, sendo influenciado por fatores como demanda por chips, avanços tecnológicos, ciclos da indústria de tecnologia e condições macroeconômicas globais.