Amazon (AMZO34) supera Walmart e vira a maior empresa do mundo em receita
A big tech faturou US$ 716,9 bi em 2025, com alta das vendas e da computação em nuvem.
🛍️ A varejista de moda chinesa Shein, bastante conhecida aqui no Brasil, parece ter aumentado os preços de seus produtos em até 377% nos Estados Unidos, conforme informações publicadas na Bloomberg News neste domingo (27).
Dessa maneira, a empresa estaria medindo forças com a guerra tarifária desencadeada pelo presidente americano Donald Trump, que já afeta diversos produtos da plataforma, que vão além das roupas, também atingindo itens de cozinhas. Antes, encomendas com valor inferior a US$ 800 (cerca de R$ 4,5 mil) não eram taxadas. Agora, esses pacotes devem receber um imposto de até 90% do valor total.
Isso porque as políticas protecionistas implementadas pela administração Trump, com maior intensidade desde o início de abril, visam impulsionar o consumo dos americanos em produtos fabricados dentro do país em detrimento de mercadorias importadas a preços mais competitivos, especialmente advindas de seu rival geopolítica, a China. Apesar dos esforços, a gigante americana Amazon (AMZO34) viu suas ações se desvalorizarem 20% no ano.
Tanto que a Shein não é a única na mira da "taxa das blusinhas" de Trump, já os produtos da também chinesa Temu estão sendo taxados nos EUA, movimento semelhante ao que ocorreu no Brasil meses atrás quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aplicou imposto de importação com alíquota de 20% para compras internacionais de até US$ 50 (aproximadamente R$ 284).
Só que os desafios da Shein já davam as caras mesmo antes de Trump assumir o seu segundo mandato na Casa Branca, uma vez que o lucro da gigante chinesa teria afundado −40% em 2024, totalizando US$ 1 bilhão, ante os resultados de 2023, segundo dados divulgados pelo Financial Times. No caso, a Shein tem planos de listar suas ações na Bolsa de Valores de Londres.
➡️ Leia mais: Trump dá prazo para que países fechem acordo sobre tarifas
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