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Quem já investe em renda fixa há bastante tempo sabe que carregar o título até o vencimento não é a única forma de fazer dinheiro com os juros compostos. O próprio Tesouro Direto garante a recompra dos títulos públicos antes do vencimento. Só que para ter lucro com marcação a mercado, é preciso que as taxas caiam consistentemente.
Será que esse é o cenário que se desenha para a renda fixa do governo brasileiro? Bom, na avaliação da gestora Ajax Asset existe um pano de fundo tende a beneficiar a curva de juros, ou seja, que os juros compostos oferecidos no Tesouro Direto fiquem cada vez menores ao longo do tempo, cenário que valorizaria o preço unitário dos títulos públicos, especialmente aqueles com os maiores prazos de vencimento.
"As atividades mais dependentes das condições de crédito têm mostrado um arrefecimento na margem, diante da taxa Selic a 15% ao ano e do aumento do endividamento das famílias. E isso aumenta a pressão por um corte na taxa básica de juros no final de 2025 ou no início de 2026, embora o governo Lula possa buscar novos estímulos fiscais", explica o analista Rafael Passos.
Não à toa, o mercado de juros futuros mostrou um forte fechamento de taxas nesses últimos dias. Tal movimento também pôde ser observado no Tesouro Direto, bastando observar a trajetória de um título público com vencimento longo.
Nesta sexta-feira (15), o Tesouro IPCA+ 2040 oferece rentabilidade de IPCA+ 6,99% ao ano, sua menor remuneração em mais de um mês. No último dia 23 de julho, o título indexado à inflação teve pico de remuneração a IPCA+ 7,18% ao ano, mas desde então as taxas estão em queda. Em compensação, houve lucro com marcação a mercado de +3,3% em menos de 30 dias, com o preço unitário saltando de R$ 1.604,55 para os atuais R$ 1657,72.
Acompanhe a seguir os preços e as rentabilidades dos títulos públicos no Tesouro Direto na tarde do dia 15 de agosto de 2025:
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