2025 é o ano do ouro caro e do dólar barato; saiba o pódio dos investimentos
Metal precioso se valoriza quase +30% no ano, ao passo que o dólar tem a maior queda anual desde 2016.
💰 As taxas dos títulos públicos voltaram a subir nesta terça-feira (26), mesmo após a divulgação de uma deflação no IPCA-15, considerada a prévia da inflação oficial.
O resultado, que mostrou queda de preços menor que a esperada, foi mal recebido pelo mercado.
Para investidores, o dado indica que itens importantes para a política monetária do Banco Central ainda exercem pressão inflacionária, reduzindo as chances de cortes de juros no curto prazo.
Por volta das 13h30, os papéis negociados no Tesouro Direto tinham a seguinte remuneração:
Apesar da queda marginal frente ao dia anterior, os níveis ainda permanecem elevados, refletindo um ambiente de cautela.
Segundo analistas do Itaú BBA, a combinação entre a Selic mantida em 15% ao ano e a postura firme do Banco Central mostra que, no curto prazo, os títulos públicos seguem oferecendo um “carrego” (retorno embutido) bastante atrativo.
Além disso, as projeções mais benignas de inflação reforçam o cenário de convergência gradual da economia, o que abre espaço para ganhos em horizontes maiores.
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O Itaú BBA destaca três tipos de estratégias dentro do Tesouro Direto:
Embora a deflação no IPCA-15 de agosto tenha chamado atenção, analistas ressaltam que a queda foi concentrada em fatores temporários — como energia elétrica e alimentos — enquanto os núcleos da inflação seguem pressionados.
Isso explica por que os juros futuros e, por consequência, as taxas do Tesouro Direto não recuaram de forma significativa.
📊 O consenso entre economistas é de que o Banco Central deve adotar uma postura mais cautelosa antes de iniciar um ciclo de afrouxamento monetário.
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