Raízen (RAIZ4) volta a ser “ação de centavos”, com mercado de olho na dívida
Um dos principais gatilhos para a queda foi a confirmação da aquisição da participação da japonesa Sumitomo na Raízen Biomassa.
Um dos principais gatilhos para a queda foi a confirmação da aquisição da participação da japonesa Sumitomo na Raízen Biomassa.
Os dados foram divulgados por Charlie Hellman, chefe global de música da companhia.
A emissão envolve títulos seniores com garantia prioritária e vencimento em 2031.
Segundo a ANP, a produção da Petrobras avançou em dezembro, com alta no petróleo e no gás natural, impulsionada pelo pré-sal.
Ao todo, poderão ser adquiridas até 3.695.800 ações ordinárias.
Os negócios adquiridos passarão a ser incorporado a partir de fevereiro de 2026.
Segundo a empresa, a aquisição está alinhada à estratégia de fortalecimento do segmento Business-to-Business (B2B).
No projeto estão previstos 100 caminhões, com entregas programadas a partir de janeiro de 2026.
Aproximadamente 580 mil credores já foram contemplados.
No total, a expectativa é de que até 15 mil empregados deixem a companhia até 2027, sendo 10 mil neste ano e outros 5 mil no próximo.
Segundo o banqueiro, o banco era solvente e poderia ter se tornado ainda mais sólido com a entrada de novos investidores.
A decisão foi formalizada em despacho divulgado no DOU.
A única atividade autorizada é a retirada do inventário de produtos combustíveis e inflamáveis.
A empresa reforçou que o BRB não exerceu direito de voto nem na assembleia geral extraordinária que deliberou sobre aumento de capital.
O leilão está marcado para o dia 19 de fevereiro de 2026, na B3.
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