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🔫 Na semana passada, o exército de Israel atacou o Hamas na cidade de Rafah, localizada na extensão sul da Faixa de Gasa. Esse, portanto, se tornou um novo local de atenção na guerra entre o país judeu e o grupo extremista islâmico.
Rafah é a cidade ao longo da faixa de Gaza que abriga o maior número de refugiados palestinos, somando quase 1,5 milhão de pessoas. Essa é uma região que faz fronteira com o Egito e que vinha sendo usada como corredor humanitário para chegada de socorro, alimentos e para a saída dos cidadãos.
O mais recente ataque de Israel foi feito depois que um acordo de cessar-fogo, concordado pelo Hamas, foi negociado pelos governos do Catar e do Egito. O governo israelense, no entanto, negou o aceite e o primeiro-ministro disse que os termos estavam longes de corresponder “às demandas de Israel”.
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O ataque após a tentativa de cessar-fogo gerou reações de outros países, já que é praticamente a única região que ainda não estava bloqueada pelo exército. Os Estados Unidos suspenderam o envio de bombas à Tel Aviv, Colômbia rompeu as relações diplomáticas e a Turquia interrompeu as negociações comerciais com o país do Oriente Médio.
O Brasil fez coro à pressão internacional e divulgou uma nota condenando o ataque. O Ministério das Relações Exteriores afirmou que “o governo de Israel mostra descaso pela observância aos princípios básicos dos direitos humanos e do direito humanitário, a despeito dos apelos da comunidade internacional, inclusive de seus aliados próximos”, disse a pasta.
Mesmo com os recados da comunidade internacional, Israel continua avançando sobre a região, fazendo com que parte da população procure outros abrigos. Segundo a URWA, agência da ONU (Organização das Nações Unidas) para refugiados, cerca de 300 mil palestinos já fugiram de Rafah de maneira forçada.
No último sábado (11), Israel emitiu um novo comunicado ordenando uma nova evacuação em Rafah, pois o exército estaria preparando uma nova incursão terrestre para prender membros do Hamas.
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