Após aval da ANP, Petrobras (PETR4) prepara volta à Margem Equatorial
Segundo a companhia, a retomada das atividades está condicionada ao cumprimento integral das exigências regulatórias.
⏳ A diretoria da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) isentou a União em processos que investigavam abuso de poder nas nomeações para o Conselho de Administração da Petrobras (PETR4) durante os governos de Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Também foram absolvidos quatro nomeados pelos dois presidentes, incluindo o atual presidente do colegiado, Pietro Mendes, que é secretário de Petróleo e Gás do MME (Ministério de Minas e Energia) e candidato a uma vaga na direção da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis).
O relatório preliminar divulgado pela CVM apontou a União como responsável pela indicação e eleição de dois candidatos considerados inaptos para compor os conselhos da empresa em questão, durante a assembleia geral ordinária realizada em 27 de abril de 2023.
📃 O documento alega que, na avaliação do conselho de administração e do comitê de elegibilidade, Efrain Cruz e Pietro Mendes encontravam-se impedidos de assumir os cargos no colegiado em virtude de ocuparem, à época, os cargos de secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia e de secretário de petróleo, gás e biocombustíveis do mesmo ministério, respectivamente, o que caracterizaria um "permanente conflito de interesses".
Leia também: Empresas brasileiras perdem R$ 130 bi em valor de mercado, veja maiores baixas
Em seu parecer, a Diretora Marina Copola, relatora do processo, argumentou que a União, enquanto acionista controladora, deveria ter maior liberdade para indicar seus representantes na companhia. No entanto, salientou que é imprescindível que todas as hipóteses de conflito de interesses sejam mitigadas.
Já o relator Otto Lobo destacou, em relação às indicações de Ricardo Soriano de Alencar e Jônathas de Castro no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, que os acusados buscaram pareceres de órgãos de controle para fundamentar as indicações ao conselho da empresa.
Segundo a companhia, a retomada das atividades está condicionada ao cumprimento integral das exigências regulatórias.
Segundo a diretora de exploração da estatal, a Petrobras avalia explorar petróleo na Venezuela, mas os riscos ambientais preocupam.
A estatal vai pagar R$ 0,48 por ação em JCP, com base nos resultados do 3º trimestre de 2025.
A alta levou o índice ao segundo maior fechamento da história, atrás apenas do registrado em 11 de fevereiro.
EUA já liberaram cinco multinacionais a retomar a exploração de petróleo na Venezuela.
A rota marítima concentra 20% das exportações mundiais de petróleo, vital para países árabes.
A Petrobras realiza o pagamento de dividendo bruto de R$ 0,472 por ação, tanto para os papéis ordinários quanto para os preferenciais.
JCP sobe para R$ 0,480 por ação e será pago em duas parcelas.
Cadastro
Já tem uma conta? Entrar
Cadastro
Cadastre-se grátis para continuar acessando o Investidor10.
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?