Petrobras (PETR4) terá de pagar R$ 2,5 milhões por vazamento na Foz do Amazonas
Estatal é alvo de infração por parte do Ibama, que identificou o derramamento de fluído oleoso.
💲 A Petrobras (PETR4), uma gigante no portfólio de muitos investidores, enfrenta um dos momentos mais desafiadores do seu plano estratégico 2024-28, conforme aponta um relatório recente do banco Santander.
O banco manteve uma recomendação neutra para as ações da companhia, estabelecendo um preço-alvo de US$ 17 para as ADRs.
Os analistas Rodrigo Almeida e Eduardo Muniz destacam que os dividendos são um dos principais motivos para a recomendação neutra.
Eles preveem que o plano estratégico, juntamente com outros desembolsos de caixa, reduzirá a posição de caixa da Petrobras a níveis críticos, deixando pouco espaço para dividendos extraordinários em 2025.
A empresa planeja uma série de lançamentos de navios de exploração, conhecidos como FPSOs, que podem levar a dívida bruta da companhia a ultrapassar o limite de US$ 65 bilhões.
Esse cenário poderia impactar negativamente a política de dividendos baseada no fluxo de caixa livre, já que manter a dívida abaixo desse limite é essencial para continuar remunerando os acionistas.
Além dos investimentos em FPSOs, outras saídas de caixa, como dividendos extraordinários, acordos fiscais e potenciais fusões e aquisições, também podem pressionar a posição de caixa da Petrobras, aproximando-a de US$ 9 bilhões a US$ 10 bilhões, perto da referência de US$ 8 bilhões.
O relatório do Santander ressalta que há pouco espaço para dividendos extraordinários além dos US$ 4,5 bilhões já previstos para serem pagos entre o segundo semestre de 2024 e o primeiro trimestre de 2025.
Entretanto, há a possibilidade de a Petrobras aumentar o teto da dívida para além dos US$ 65 bilhões, permitindo absorver arrendamentos adicionais sem reduzir o endividamento financeiro, embora essa opção ainda seja incerta.
📈 A Petrobras está em uma encruzilhada estratégica, onde as decisões tomadas nos próximos anos serão cruciais para seu futuro financeiro.
Investidores e analistas permanecem atentos às movimentações da companhia, especialmente no que tange à gestão da dívida e à política de dividendos.
Com um plano ambicioso e desafios significativos à frente, a Petrobras continua sendo uma peça central no cenário econômico brasileiro.
Estatal é alvo de infração por parte do Ibama, que identificou o derramamento de fluído oleoso.
A estatal comprou uma participação de 42,5% em um bloco exploratório de 11 mil km².
Apesar da autorização, a retomada da perfuração está condicionada ao cumprimento de uma série de exigências técnicas.
Para o banco, os dividendos da estatal podem ser pressionados pela alta dos investimentos.
Segundo a ANP, a produção da Petrobras avançou em dezembro, com alta no petróleo e no gás natural, impulsionada pelo pré-sal.
A disparada levantou dúvidas entre os investidores sobre quanto dessa alta já está precificada e o que ainda pode sustentar o papel em 2026.
Sem a petroleira, o lucro das demais estatais somou R$ 41,8 bilhões, o que deixa clara a forte dependência em relação à Petrobras.
Por volta das 12h, os papéis preferenciais PETR4 subiam 2,54%, negociados a R$ 38,29, liderando os ganhos do Ibovespa.
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