Vale (VALE3) dispara em 2026: O que explica a alta das ações?
O papel chegou a tocar nos R$ 77 nesta quarta-feira (7), o melhor nível em quase três anos.
🚨 A Glencore confirmou nesta quinta-feira (8), que está em discussões preliminares para ser adquirida pela Rio Tinto.
Se concretizado, o negócio criará uma companhia com valor empresarial superior a US$ 260 bilhões, superando gigantes como a BHP e a Vale (VALE3).
A operação, que deve ser estruturada como uma aquisição total das ações da Glencore pela Rio Tinto, visa consolidar o domínio em ativos estratégicos para a transição energética.
Enquanto a Rio Tinto é a maior produtora de minério de ferro do planeta, a Glencore traz para a mesa uma infraestrutura inigualável em cobre, níquel e carvão, além de sua poderosa divisão de trading.
Para a mineradora brasileira, o surgimento deste "superplayer" traz desafios e oportunidades.
A nova empresa terá um poder de barganha sem precedentes junto aos compradores, especialmente a China, e na cadeia de suprimentos global.
A escala combinada pode permitir custos operacionais mais baixos, pressionando a competitividade da Vale no mercado de minério de ferro.
Recentemente, a Vale e a Glencore assinaram acordos para parcerias em cobre no Canadá.
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Uma Glencore dentro da Rio Tinto pode acelerar ou reconfigurar essas alianças, forçando a Vale a ser mais agressiva em sua própria estratégia de metais básicos.
O mercado recebeu a notícia com euforia para os papéis da Glencore, que subiram 6% nas bolsas americanas. Já a Rio Tinto viu uma leve queda de 0,6%, refletindo a cautela dos investidores com o tamanho da integração e o preço a ser pago.
A Rio Tinto tem um valor de mercado atual de aproximadamente US$ 142 bilhões, enquanto a Glencore está avaliada em US$ 65 bilhões.
O prazo regulatório para que a Rio Tinto apresente uma oferta firme ou desista do negócio é o dia 5 de fevereiro de 2026.
Esta não é a primeira vez que as duas tentam se unir. Em 2024, as conversas fracassaram devido a divergências sobre o valuation do cobre.
📊 No entanto, com o preço do metal atingindo recordes históricos de US$ 13.000 por tonelada no início desta semana, impulsionado pela demanda de IA e infraestrutura, o apetite por consolidação nunca foi tão alto.
O papel chegou a tocar nos R$ 77 nesta quarta-feira (7), o melhor nível em quase três anos.
Investimentos na bolsa de valores brasileira aproveitam ambiente de maior apetite a risco.
Ações da Vale (VALE3) começam o pregão no azul, acompanhando minério de ferro positivo na China.
O movimento foi puxado pelo desempenho negativo de ações de grande peso, como Vale e os principais bancos.
Mineradora aproveita rali da commodity na China, além da compra de parque eólico na Bahia.
O banco reiterou a recomendação “outperform” para o ativo, mantendo a Vale como sua principal escolha no setor.
Disparada dos juros futuros e queda em bloco dos bancões machuca o principal índice da B3
O Morgan Stanley projeta um yield de fluxo de caixa livre de cerca de 8% para 2026.
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