Oncoclínicas (ONCO3) nega conhecimento sobre venda de fatia do Goldman Sachs para a IG4
A companhia também destacou que segue cumprindo rigorosamente as regras de divulgação de informações.
📊 A Oncoclínicas (ONCO3) anunciou um marco significativo em sua estratégia de expansão ao firmar um contrato de franquia com a Integrare Terapêutica, resultando na abertura de sua terceira unidade franqueada em Fortaleza, Ceará.
O acordo foi celebrado na terça-feira (26) pela subsidiária OC Franquias, que lidera a implementação desse modelo inovador.
A iniciativa faz parte da estratégia de crescimento “asset light” da companhia, que prioriza a expansão sem grandes aportes de capital ou compromissos com o capital de giro.
O modelo permite que clínicas locais tenham acesso ao robusto know-how da Oncoclínicas, incluindo protocolos médicos de alta eficiência, sistemas integrados e práticas avançadas de gestão de suprimentos.
Além disso, os franqueados se beneficiam do suporte de uma rede nacional consolidada e de um corpo clínico altamente especializado, características que reforçam a reputação da Oncoclínicas como uma das maiores redes de tratamento oncológico do Brasil.
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A nova unidade em Fortaleza reflete a capacidade da companhia de expandir sua presença em diferentes regiões do país, otimizando recursos e fortalecendo o alcance do tratamento oncológico de qualidade.
Esse modelo de expansão tem atraído a atenção do mercado, posicionando a Oncoclínicas como referência em inovação e sustentabilidade no setor de saúde.
O movimento também reforça a importância das franquias na disseminação de tratamentos especializados em áreas que necessitam de maior suporte médico.
📈 Com uma abordagem estratégica que equilibra eficiência operacional e impacto local, a Oncoclínicas reafirma seu compromisso em democratizar o acesso ao tratamento oncológico no Brasil.
A companhia também destacou que segue cumprindo rigorosamente as regras de divulgação de informações.
A operação, finalizada na quarta-feira (5), envolve 84% do capital social da unidade hospitalar.
As entidades ressaltaram que não pretendem alterar o controle ou a administração da Oncoclínicas.
Após revelar exposição de R$ 430 milhões ao Banco Master, empresa enfrenta pressão por mudanças na gestão.
A operação envolveu a emissão de 471.514.866 novas ações ordinárias ao preço de R$ 3,00 cada.
Oncoclínicas, Emae, Cedae e fundos de pensão estão entre os credores após a liquidação do banco.
Após a operação, o capital social da companhia foi atualizado de R$ 3,147 bilhões.
Os papéis da companhia recuavam cerca de 3,38% na tarde desta terça-feira (18).
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