Briga pela Oncoclínicas (ONCO3) esquenta, com contraproposta de fundo americano
Mak Capital propôs aporte de R$ 500 milhões, mas quer trocar Conselho de Administração.
🚨 A Oncoclínicas do Brasil (ONCO3) anunciou nesta quinta-feira (27) a celebração de um acordo comercial com a Hapvida NotreDame Intermédica (HAPV3) para expandir o atendimento ambulatorial em oncologia.
O objetivo da colaboração é claro: garantir um atendimento mais ágil e especializado a pacientes com câncer, inicialmente na região metropolitana de São Paulo, onde mais de 600 mil pessoas devem ser diretamente beneficiadas.
Mas a parceria não para por aí — a proposta é levar o modelo para o interior paulista e outras regiões estratégicas, como Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul, nos próximos meses.
O acordo também prevê a oferta de radioterapia em todo o território nacional, reforçando o compromisso das empresas com o acesso amplo e de qualidade ao tratamento oncológico.
Segundo o comunicado oficial, a Oncoclínicas trará sua experiência consolidada em tratamentos oncológicos, enquanto a Hapvida NotreDame contribuirá com seu modelo de cuidado integrado e capilaridade nacional.
Na prática, a parceria pode representar ganhos importantes para os pacientes da rede Hapvida.
Com o suporte da infraestrutura da Oncoclínicas — uma das maiores redes especializadas em câncer da América Latina — será possível encurtar filas, agilizar diagnósticos e oferecer terapias de última geração com mais eficiência.
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O modelo de cuidado ambulatorial e a expansão da radioterapia em diversas regiões do Brasil também tende a aproximar o tratamento da realidade de milhares de famílias, sobretudo em cidades que ainda não contam com serviços especializados de alta complexidade.
A movimentação ocorre em um momento de reestruturação e crescimento de ambos os grupos.
A Oncoclínicas vem investindo em tecnologia, inovação e parcerias estratégicas como parte de seu plano de crescimento sustentável, enquanto a Hapvida busca fortalecer sua rede de serviços com foco em eficiência operacional e cuidado humanizado.
📊 Ao somar forças, as companhias sinalizam uma tendência de integração vertical na saúde suplementar, com alianças entre operadoras e prestadores de serviços especializados para garantir melhor gestão dos recursos e melhores desfechos clínicos.
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Criação de nova empresa para ativos de oncologia impulsiona ações para melhor momento do mês
O anúncio foi feito no último domingo (15) em fato relevante ao mercado.
Investimento pode separar clínicas de oncologia em nova empresa.
A companhia também destacou que segue cumprindo rigorosamente as regras de divulgação de informações.
A operação, finalizada na quarta-feira (5), envolve 84% do capital social da unidade hospitalar.
As entidades ressaltaram que não pretendem alterar o controle ou a administração da Oncoclínicas.
Após revelar exposição de R$ 430 milhões ao Banco Master, empresa enfrenta pressão por mudanças na gestão.
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