Oi (OIBR3) não divulgará balanços do 1T26 e 2T26 e ainda deve números de 2025
A companhia não divulgará os balanços do 1º e 2º trimestre de 2026, acumulando mais atrasos junto aos resultados de 2025.
A Oi (OIBR3) figura entre os maiores ganhos da B3 nesta segunda-feira (25) diante da possibilidade de avanço no plano de recuperação judicial da companhia.
📞 A Oi apresentou uma nova versão do seu plano de recuperação judicial e a expectativa é de que o documento seja votado pelos credores da companhia ainda nesta segunda-feira (25).
Com isso, as ações da Oi chegaram a subir mais de 14%. Às 15h35, os papeis ordinários subiam 11,43%, a R$ 0,79. Já os preferenciais avançavam 11,96%, a R$ 2,06.
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🤝 A Assembleia Geral de Credores da Oi havia sido convocada para o dia 5 de março, mas foi adiada para esta segunda-feira (25) para que a companhia tivesse mais tempo de negociar um acordo com os seus credores.
Assim que a assembleia foi retomada, a Oi disse que apresentou uma nova versão do seu plano de recuperação judicial e defendeu a votação do documento ainda nesta segunda-feira (25). Contudo, pediu a suspensão da assembleia por três horas esclarecer dúvidas dos credores sobre os novos termos do plano e acertar os últimos pontos do documento.
Às 14h30, a assembleia foi suspensa por mais duas horas, desta vez a pedido dos credores, para que as negociações continuassem.
Em fato relevante, a Oi disse que o plano atualizado é "resultado da continuidade das extensas negociações, mantidas entre a Companhia e seus principais credores e outros stakeholders, melhorias e contribuições de credores, em relação à versão anteriormente apresentada".
Na assembleia, o presidente da Oi, Mateus Bandeira, disse que, "desde que a assembleia foi suspensa em 5 de março, a companhia continuou negociando diariamente com seus credores para atender os pedidos de alteração do seu plano de recuperação judicial na maior extensão possível, sempre preocupada em colocar em deliberação um plano viável, que assegure de forma sustentável a continuidade de suas operações no longo prazo".
O plano de recuperação judicial da Oi previa, entre outras coisas, o financiamento de até US$ 650 milhões e a venda de ativos avaliados em mais de R$ 15 bilhões. Com isso, a companhia esperava reduzir a sua dívida em até 75%.
A Oi pediu recuperação judicial em maio de 2023 com uma dívida de R$ 44,3 bilhões. O pedido foi apresentado seis meses depois de a companhia encerrar o primeiro processo de recuperação judicial, que teve início em 2016 e se arrastou até dezembro de 2022, com o intuito de reestruturar uma dívida de R$ 65,4 bilhões.
A companhia não divulgará os balanços do 1º e 2º trimestre de 2026, acumulando mais atrasos junto aos resultados de 2025.
O acionista informou que a alienação das ações não tem como objetivo alterar a estrutura administrativa da companhia.
Empresa em recuperação judicial ainda precisa cumprir rito burocrático para concluir a transação.
De acordo com a manifestação, essa redução poderá tornar a operação da empresa financeiramente insustentável.
Os recursos contestam a decisão da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro.
Victor Adler e pessoas vinculadas passaram a possuir 122 mil ações preferenciais da Oi.
A decisão manteve a liquidação ordenada dos ativos pelo gestor judicial até o julgamento do mérito dos recursos.
A empresa divulgou a informação na última terça-feira (12).
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