Apple (AAPL34) lucra US$ 42,1 bilhões no trimestre e ações sobem no after-market
Fabricante do iPhone registra crescimento de +16% nas receitas, batendo expectativas em Wall Street.
No dia seguinte às tarifas impostas pelos Estados Unidos aos produtos estrangeiros, uma das empresas norte-americanas mais impactadas foi a Apple (AAPL34). Por volta das 12h, as ações desabavam mais de 8% na bolsa de valores.
📱 Os papeis da maior fabricante de celulares do mundo eram negociados na faixa de US$ 205, um patamar longe dos US$ 220 anteriores. Desta forma, desde o começo do ano, a marca já acumula recuo de 15%, ainda de acordo com Nasdaq.
A reação dos investidores está ligada a um principal fator que é crucial para a marca: o iPhone, principal item da Apple, é fabricado quase que completamente no exterior. Isto é, as peças que compõe o aparelho são importadas, então as taxas impostas por Trump podem pressionar o custo da empresa e, consequentemente, aumentar o preço dos eletrônicos.
A reação é uma resposta especial às taxas aplicadas à China, que ficou com uma das maiores taxas de importação. A partir deste mês, os produtos oriundos do país asiático passam a contar com um imposto adicional de 34%, segundo informado por Trump na noite desta quarta (2).
📊 Leia mais: Veja empresas da B3 que ganham e que perdem com as tarifas de Trump
É certo que a Apple tem trabalhado para diversificar sua fonte de recursos, como com a implantação de outros centros de produção, na Índia e Vietnã, por exemplo. No entanto, esses mesmos países também ganharam taxações de 26% e 46%, respectivamente.
Outro ponto de inflexão é sobre a inflação dos Estados Unidos que pode acelerar nos próximos meses com a implantação de tarifas. Desta forma, a população tende a comprar menos produtos, o que também influencia nos números da Apple.
Outra ação que também vê impacto nesta quarta é a Nvidia (NVDC34), que recua mais de 7% no pregão, para US$ 102. Na bolsa de valores brasileira, o BDR da companhia registra baixa de 8%, cotado em R$12.
🗣 Os mercados globais estão atentos às reações dos países, que não devem deixar as tarifas de Trump entrarem em vigor sem uma resposta. Entre os entes do mercado financeiro, a retaliação dos parceiros comerciais não é uma possibilidade, mas uma certeza.
A presidente da União Europeia, Ursula von der Leyen, disse que o bloco econômico deve responder à iniciativa de Trump. “Estamos finalizando um primeiro pacote de contra-medidas em respostas às tarifas sobre o aço”, destacou ela.
A expectativa é que seja imposta uma série de tarifas que cheguem a 26 bilhões de euros sobre os produtos oriundos dos EUA. Outras medidas devem passar por votação dos estados-membros antes de serem oficializadas.
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