2025 é o ano do ouro caro e do dólar barato; saiba o pódio dos investimentos
Metal precioso se valoriza quase +30% no ano, ao passo que o dólar tem a maior queda anual desde 2016.
📊 A última semana foi intensa para o mercado financeiro, com a decisão do Federal Open Market Committee (FOMC) do Federal Reserve, o banco central dos EUA, de manter as taxas de juros, além de questões fiscais impactando o mercado.
Os próximos dias prometem continuar agitados, com a aguardada reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil.
A expectativa é que a taxa Selic seja mantida em 10,50%.
Apesar de algumas melhorias no cenário externo desde a reunião de maio, o Goldman Sachs acredita que o ambiente permanece desafiador, com taxas do Fed "elevadas por um período prolongado." Assim, espera-se uma interrupção no ciclo de afrouxamento pelo Copom.
Para retomar o ciclo de afrouxamento, seria necessária uma combinação de fatores: um cenário externo mais favorável, melhora no balanço de riscos para a inflação, câmbio mais estável e previsões de inflação mais próximas da meta de 3%.
Antes da decisão sobre a Selic, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) apresentará o Índice Geral de Preços (IGP-10) de junho e os dados semanais. A FGV também divulgará o Monitor do PIB referente a abril.
Na terça-feira, a FGV trará o Indicador de Comércio Exterior e, na quarta-feira, o Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M).
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgará a Sondagem de junho no mesmo dia. A arrecadação federal, sem data certa, também será apresentada nesta semana.
No campo político, as discussões sobre compensações das desonerações da folha de pagamento continuarão em pauta.
O Senado deve retomar as deliberações sobre o projeto de lei que visa estender as desonerações até 2024, antes de uma eliminação gradual em 2025.
📈 Nos EUA, os dados de vendas no varejo de maio, com expectativa de crescimento mensal de 0,2% segundo a LSEG, e a produção industrial, com projeção de alta mensal de 0,4% pelo consenso LSEG, serão os destaques na terça-feira.
A agenda internacional também inclui, na segunda-feira, a divulgação do Índice Empire Manufacturing de atividade de junho, com uma estimativa de queda de -13 pelo consenso LSEG.
Na quinta-feira, será apresentado o índice de atividade do Fed Filadélfia. A semana se encerrará com o Índice PMI Composto de junho, com dados preliminares divulgados pela S&P Global.
Internacionalmente, o destaque será a divulgação de dados econômicos da China na noite de domingo, incluindo produção industrial, vendas no varejo e taxa de empréstimos.
Além disso, o Bloco Europeu apresentará a inflação ao consumidor e o núcleo da inflação na terça-feira. Na sexta, serão divulgados os dados de PMI da região europeia.
Metal precioso se valoriza quase +30% no ano, ao passo que o dólar tem a maior queda anual desde 2016.
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