Ibovespa bate nova máxima histórica, em 8ª alta seguida
Ibovespa alcançou os 134.575 pontos nesta quinta-feira (15) e analistas veem chances de mais recordes em 2024.

O Ibovespa bateu uma nova máxima histórica nesta quarta-feira (15), ao bater nos 134.575 pontos no início da tarde.
🚀 O principal índice da B3 opera em forte alta, pelo oitavo dia consecutivo, em meio à melhora do cenário externo e a notícias corporativas positivas.
Os últimos dados da economia americana elevaram as apostas de que os juros devem começar a cair nos Estados Unidos em setembro, o que é positivo para economias emergentes como o Brasil.
Dados positivos de inflação e de atividade ainda ajudaram a afastar o temor de uma recessão na maior economia do mundo, elevando o apetite a risco nos mercados.
Além disso, os dados apresentados pelas companhias brasileiras na temporada de resultados do segundo trimestre agradaram os investidores e ajudam a impulsionar os negócios na B3.
📊 Por isso, o sentimento é de otimismo, com gestores projetando novos recordes do Ibovespa nos próximos meses.
O Itaú BBA, por exemplo, avalia que, agora que passou dos 134.400 pontos, "o índice seguirá em direção aos 137.000, 141.000 e 150.000 pontos".
Na avaliação do banco, "o índice está em tendência de alta no curto prazo, agora com um caminho mais livre para subir". O maior desafio é o "mercado internacional, que ainda possui ventos soprando em tendência de baixa no curto prazo".
Santander e XP veem o Ibovespa nos 145 mil pontos ao final de 2024. Já o analista Alex Carvalho, da CM Capital, vê espaço para que o Ibovespa "possa continuar esse movimento ascendente, mirando na casa dos 142 mil pontos num cenário mais recente, quem sabe ainda em 2024".
Ele explicou que o cenário é "muito comprador e otimista, bem voltado para o segundo trimestre dos balanços". "Dando continuidade nessa esteira, terceiro e quarto trimestre vindo com as projeções do mercado, a tendência é que o índice possa renovar ainda mais a máxima histórica e procurar essa casa de 142 mil pontos", afirmou.
Pessimismo ficou para trás?
O último recorde do Ibovespa também havia sido alcançado em meio a apostas de cortes de juros dos Estados Unidos: em 28 de dezembro de 2023, o índice bateu o até então inédito patamar dos 134.392 pontos.
Depois disso, no entanto, a bolsa brasileira teve um primeiro semestre de perdas, diante da manutenção dos juros nos Estados Unidos e do aumento da percepção de risco fiscal no Brasil. Por isso, o Ibovespa acumulou uma queda de 7,66% no primeiro semestre de 2024.
O índice, no entanto, mudou de rumo em julho, depois que as apostas pelos cortes de juros voltaram a subir nos Estados Unidos e que o governo brasileiro reforçou o discurso de comprometimento fiscal. Mais recentemente, os diretores do Banco Central também têm contribuído com o bom humor do mercado, ao reforçar o compromisso com a meta de inflação.
Diante disso, o Ibovespa já havia subido 3% em julho e já acumula uma alta de 5% em agosto, até esta quarta-feira (15). Foi o suficiente para anular as perdas do primeiro semestre e levar o índice a uma nova máxima histórica.

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