Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
Os custos da decisão do presidente Donald Trump de tarifar diversos países recaíram quase todos sobre os cidadãos dos Estados Unidos. Um estudo da consultoria Kiel Institute, da Alemanha, analisou cerca de US$ 4 trilhões em importações feitas pelo país norte-americano e constatou o prejuízo ao bolso da população.
O documento destaca que o valor resultante do tarifaço foi de US$ 200 bilhões, montante que foi pago pelos próprios norte-americanos. A afirmação contraria a tese de Trump de que os países são quem paga as tarifas como um repasse adicional ao fisco.
“Os 200 bilhões de dólares em receita aduaneira adicional representam riqueza transferida de americanos para o Tesouro dos EUA, não de produtores estrangeiros. A alegação de que países estrangeiros ‘pagam’ essas tarifas é um mito”, diz o estudo.
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O levantamento ainda destaca que o tarifaço oferece um problema adicional para as empresas importadoras, que arcam com o custo adicional no primeiro momento. Isso porque elas devem pagar o tarifaço no momento em que o produto chega aos EUA, na fronteira.
No segundo momento, vem a decisão de cada uma, individualmente, de segurar o preço dos produtos ou repassar os impostos ao consumidor final. No geral, elas seguem pela segunda posição, na tentativa de não reduzir a margem de lucro sobre as vendas.
“Os consumidores são os maiores portadores do fardo”, disse o Instituto Kiel. “Seja por meio de preços mais altos em mercadorias importadas, preços mais altos em produtos produzidos internamente que usam insumos importados ou pela disponibilidade reduzida e menor variedade de produtos, as famílias americanas pagam pelas tarifas”, continua o instituto.
As tarifas sobre produtos importados foram impostas por Trump no ano passado como forma de supostamente equilibrar o comércio bilateral dos EUA com outros países. No entanto, serviram também como retaliação política do chefe da Casa Branca em relação a alguns de seus rivais pelo mundo, como China, Brasil e Índia.
Agora, o presidente usa o mesmo expediente para ameaçar a Europa, que tenta confrontá-lo em sua disputa pela Groenlândia, um território autônomo controlado pela Dinamarca. Ele diz que pode impor tarifas de 10% sobre os produtos que chegam de empresas da França, do Reino Unido e da Suécia.
Neste caso, há institutos que afirmam que as novas tarifas podem incrementar em até 0,7% o desemprego no país. Além disso, podem contribuir para reduzir o PIB (Produto Interno Bruto) em 0,4%, conforme dados do Yale Budget Lab.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
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