Vibra (VBBR3) pagará "bolada" de R$ 558,2 milhões em JCP; veja como receber
O provento será pago a quem tiver ações da Vibra em 22 de junho. No dia 23, os papéis passam a ser negociados "ex-proventos".
Vibra Energia (VBBR3) e Eneva (ENEV3) devem voltar a conversar sobre uma possível fusão. As negociações devem ser retomadas em março, após a temporada de balanços, segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal "O Globo".
⛽ A Eneva fez uma proposta não-vinculante de combinação de negócios para a Vibra em novembro de 2023. Segundo a Eneva, a união criaria a maior distribuidora de combustíveis, a maior plataforma de geração termoelétrica e uma das maiores plataformas de energias renováveis do Brasil.
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Antiga BR Distribuidora, a Vibra recusou o negócio à época dizendo que a relação de troca apresentada era "injustificável" e não possuía "qualquer atratividade" para os seus acionistas. A companhia, no entanto, indicou que ainda poderia avaliar a fusão, desde que a Eneva aceitasse "melhorar significativamente" as suas condições e apresentasse maiores esclarecimento sobre o modelo de governança pretendido.
De acordo com Lauro Jardim, colunista de "O Globo", a possível fusão deve ser rediscutida após a temporada de balanços do quarto trimestre de 2023. A Vibra teria a expectativa de que os resultados que irá apresentar aumentem o seu valor de troca na negociação com a Eneva.
A Vibra deve publicar seu balanço em 4 de março e conversar com o mercado no dia seguinte. Já a Eneva marcou a divulgação para 14 de março. As companhias, no entanto, não comentaram a publicação de "O Globo".
O provento será pago a quem tiver ações da Vibra em 22 de junho. No dia 23, os papéis passam a ser negociados "ex-proventos".
Cada título possui valor nominal unitário de R$ 1 mil na data do resgate.
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Só a Vibra pagará R$ 393,5 milhões em JCP, o equivalente a um valor bruto de R$ 0,32 por ação.
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