Presente de Natal: Cury (CURY3) libera meio bilhão em dividendos; veja quem recebe
Empresa também ficou oferta de ações em R$ 35,50, valor que será usado para pagar proventos.
🚨 A Cury (CURY3) confirmou o que muitos investidores já suspeitavam e classificou 2025 como o ano em que a companhia mudou de patamar.
Em reunião com executivos da incorporadora, a XP Investimentos reforçou sua visão otimista, destacando que a empresa deve reportar os melhores números de sua trajetória histórica nas próximas semanas.
Até o terceiro trimestre do ano passado, a Cury já acumulava um salto de 38% na receita líquida e um crescimento de 46% no lucro líquido, mantendo margens saudáveis mesmo em um cenário de juros desafiador.
O segredo do sucesso reside em uma combinação de disciplina operacional e posicionamento geográfico estratégico.
Focada exclusivamente nos mercados de São Paulo e Rio de Janeiro, a Cury aproveita um banco de terrenos privilegiado que permite uma precificação superior à dos concorrentes.
Além disso, a XP aponta que a concorrência no setor ainda é considerada "frágil", prejudicada pelo alto custo de capital e forças de vendas menos eficientes, o que deixa o caminho livre para a Cury dominar os lançamentos de baixa renda.
O início de 2026 já mostra que o ritmo não deve diminuir. A empresa realizou lançamentos bem-sucedidos em São Paulo e no Rio de Janeiro logo nos primeiros dias do ano, encontrando uma demanda represada e corretores otimistas.
Existem três pilares fundamentais que sustentam essa continuidade do crescimento. O novo regime de Imposto de Renda, que isenta salários de até R$ 5 mil, aumenta o poder de compra das famílias e facilita a aprovação de financiamentos imobiliários.
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Há uma expectativa crescente de melhorias nas condições das faixas 3 e 4 do programa, incluindo o aumento nos limites de preço dos imóveis e da renda familiar permitida.
A Cury está mitigando a falta de mão de obra e a inflação de custos através da industrialização, utilizando moldes de alumínio e componentes pré-moldados para acelerar as obras e manter a margem bruta em níveis confortáveis.
A XP também esclareceu os bastidores do follow-on realizado pela Cury em dezembro, que movimentou mais de R$ 500 milhões.
A operação não foi apenas para reforçar o caixa, mas uma manobra estratégica para permitir a distribuição de dividendos robustos antes da entrada em vigor de novas tributações em janeiro de 2026.
A gestão optou pela emissão de ações para manter a estrutura de capital simples e evitar o rompimento de cláusulas de dívida, demonstrando uma gestão financeira conservadora e focada no retorno ao acionista.
📊 Com as ações negociadas a R$ 32,21, a XP mantém a Cury como sua top pick do setor, com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 37,00.
Empresa também ficou oferta de ações em R$ 35,50, valor que será usado para pagar proventos.
A escolhida do banco para dezembro foi a Cury, que vem chamando a atenção após acumular uma valorização de 140,17% ao longo de 2025.
A operação envolve a emissão de 16,2 milhões de ações, o que representa uma potencial diluição de cerca de 6% na base acionária da companhia.
Companhia pretende pagar até R$ 573 milhões em dividendos até o final de 2025.
A Cury (CURY3) aprovou a distribuição de R$ 250 milhões em dividendos intercalares.
Os principais indicadores operacionais apresentaram desempenho positivo, com destaque para o Valor Geral de Vendas (VGV), que também avançou 27%.
Investidores elegíveis à distribuição de proventos verão o dinheiro cair na conta no próximo dia 7 de outubro.
O lucro líquido da construtora saltou 37,5% e atingiu R$ 236,7 milhões no trimestre.
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