Faltam apenas 1 milhão de Bitcoins (BTC) para nascer até o ano 2140
Maior criptomoeda do mundo alcança o marco de mineração de 20 milhões de unidades.
🤑 Enquanto muitos investidores ainda ignoram o potencial de valorização das criptomoedas e não têm exposição nem ao Bitcoin (BTC) em suas carteiras, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lucrou mais de US$ 600 milhões no ano passado em boa medida graças às moedas virtuais, conforme documento divulgado na imprensa no último dia 13 de junho.
Dessa forma, o atual mandatário da Casa Branca ampliou significativamente a sua fortuna sem mesmo precisar considerar os seus mais recentes projetos na indústria cripto, em especial, o lançamento de sua memecoin oficial ($TRUMP) lançada no dia 18 de janeiro de 2025, dois dias antes de sua posse presidencial.
Então, o relatório reflete apenas os primeiros passos da família Trump em negócios relacionados ao universo das criptomoedas. De toda forma, a memecoin já teria angariado US$ 350 milhões em taxas, valores distribuídos entre entidades sob o controle do republicano e parceiros, sem maior transparência até o momento.
Outro grande trunfo da família Trump em projetos virtuais são os rendimentos de US$ 400 milhões da World Liberty Financial, uma empresa de finanças descentralizadas (DeFi, na sigla em inglês). No caso, o presidente Trump teria recebido o montante de US$ 57,35 milhões no negócio, ao deter 15,75 bilhões de tokens de governança.
Já o patrimônio total de Trump é avaliado em US$ 1,6 bilhão ao final de 2024, aponta o relatório financeiro, que também inclui rendimentos de clubes de golfe, resorts, imóveis e sua participação na Trump Media (DJT), com valor de mercado total de US$ 4,6 bilhões, dona da rede social Truth Social.
➡️ Leia mais: Criptomoedas: O que são e como funcionam?
Maior criptomoeda do mundo alcança o marco de mineração de 20 milhões de unidades.
Charles Wicz, o Economista Sincero, revela o que está fazendo em sua carteira pessoal de criptomoedas.
A criptomoeda atingiu os US$ 73 mil nesta quarta-feira (4), o maior valor em um mês.
O bitcoin (BTC) acumulou queda de cerca de 12% em fevereiro e operava em alta de 5,65% por volta das 18h50 nesta segunda-feira (2).
A criptomoeda, que era negociada próxima de US$ 65,5 mil, caiu rapidamente para a faixa de US$ 63,1 mil, atingindo mínima intradiária de US$ 63.198.
Um relatório da Grayscale aponta que, nos últimos dois anos, o Bitcoin apresentou forte correlação com ações de empresas de software.
A criptomoeda sobe mais de 10% nesta 6ª, após tocar no menor nível dos últimos 15 meses.
2 empresas brasileiras têm uma estratégia de tesouraria baseada em BTC: CASH3 e OBTC3.
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