CEO da OpenIA teme futuro em relação a inteligência artificial; entenda
Sam Altman disse em conferência que há “desalinhamentos sociais muito sutis”

💻 Sam Altman, CEO da OpenIA, empresa dona do ChatGPT, teme os rumos que a inteligência artificial pode tomar. Durante a Cúpula Mundial de Governos em Dubai, nos Emirados Árabes, ele afirmou que há “desalinhamentos sociais muito sutis”, nesta terça-feira (13).
Por meio de uma videoconferência no evento, Altman apelou para um órgão como a Agência Internacional de Energia Atômica seja criado para supervisionar a IA, que está avançando mais rápido que o previsto pelo mundo.
“Há algumas coisas ali que são fáceis de imaginar e que realmente podem dar errado. E não estou muito interessado nos robôs assassinos que andam pelas ruas e que podem dar errado”, afirmou. “Estou muito mais interessado nos desalinhamentos sociais muito sutis em que temos esses sistemas na sociedade e, sem nenhuma má intenção específica, as coisas dão terrivelmente errado.”
Além disso, ele destacou que a inteligência artificial não deveria estar em primeiro plano na criação de regulamentações do setor.
“Ainda estamos em um estágio de muita discussão. Todos no mundo estão realizando uma conferência. Todo mundo tem uma ideia, um documento de política, e tudo bem”, disse Altman. “Acho que ainda estamos em um momento em que o debate é necessário e saudável, mas, em algum momento nos próximos anos, acho que temos que avançar para um plano de ação com adesão real em todo o mundo.”
Além disso, os Emirados abrigam a G42, uma empresa sediada em Abu Dhabi, sob a supervisão do conselheiro de segurança nacional do país. A G42 é reconhecida como detentora do principal modelo de inteligência artificial em língua árabe do mundo, embora tenha sido acusada de atividades de espionagem devido aos vínculos com um aplicativo de celular identificado como spyware. Também enfrentou alegações de possível coleta clandestina de material genético de americanos para o governo chinês.
A G42 anunciou a interrupção das relações com fornecedores chineses em resposta às preocupações dos Estados Unidos. No entanto, a discussão com Altman, mediada pelo Ministro de Estado para Inteligência Artificial dos Emirados Árabes Unidos, Omar al-Olama, não abordou as preocupações locais levantadas.
Altman expressou otimismo ao observar que as escolas, antes apreensivas com o uso da IA pelos alunos para escrever trabalhos, agora reconhecem a tecnologia como fundamental para o futuro. No entanto, ressaltou que a IA ainda está em estágio inicial de desenvolvimento.
Ele comparou a situação atual da tecnologia à de um celular inicial com tela em preto e branco, sugerindo que ainda há um longo caminho a percorrer. No entanto, previu um progresso significativo nos próximos anos, com avanços notáveis dentro de uma década.

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