Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
No ano passado, o Brasil repassou mais de R$ 2,2 bilhões a organismos internacionais, informou o Ministério do Planejamento e Orçamento nesta quinta-feira (16). O valor é referente ao pagamento de integralizações, contribuições obrigatórias e recomposição de cotas em bancos de desenvolvimento.
A pasta afirma que o maior repasse foi feito junto à ONU (Organização das Nações Unidas) para o quitamento dos três componentes da entidade: orçamento regular, missões de paz e Mecanismo Residual Internacional para Tribunais Penais – IRMCT. O orçamento ainda inclui o financiamento das agências especializadas, como a FAO, a Unesco e a OMS (Organização Mundial da Saúde).
“O cenário de adimplência do Brasil junto a organismos internacionais reafirma o compromisso do país com o multilateralismo, a cooperação internacional e a integração regional, ao mesmo tempo em que evidencia a observância da responsabilidade fiscal na gestão dos recursos públicos. Ao manter suas obrigações financeiras em dia, o Brasil assegura participação plena e ativa nos principais fóruns globais e regionais, em prol da paz, da segurança, dos direitos humanos e do desenvolvimento sustentável”, diz o ministério comandado por Simone Tebet.
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Ainda de acordo com o comunicado, os pagamentos foram realizados ao longo do ano, de forma escalonada, para aproveitar o movimento do câmbio, que oscilou de forma favorável ao Brasil. Desta forma, o governo disse que houve redução de custos para o Tesouro Nacional e previsibilidade orçamentária.
As contribuições anuais são realizadas de forma obrigatória pelos países-membros às organizações, fóruns e grupos que os compõem, como forma de financiar a continuidade das operações. Em contrapartida, os Estados têm direito a participar de discussões multilaterais, além de obter financiamento em áreas específicas.
Nos últimos anos, os repasses a essas instituições têm sido alvo de discussões, sobretudo neste segundo mandato de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos. Na semana passada, ele anunciou a saída do país de 60 organizações internacionais, entre elas o Fórum Global de Contraterrorismo, o Fórum Internacional de Energia e a Comissão de Direito Internacional, essa última da ONU.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
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