Petrobras (PETR4) terá de pagar R$ 2,5 milhões por vazamento na Foz do Amazonas
Estatal é alvo de infração por parte do Ibama, que identificou o derramamento de fluído oleoso.
⛽ O Brasil bateu recorde histórico ao ultrapassar a média anual de produção de 4 milhões de barris de óleo equivalente por dia, alcançando 4,344 milhões de boe/d, em 2023. A informação foi divulgada pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), nesta sexta-feira (2). Uma parte significativa dessa produção, cerca de 75,18%, veio do pré-sal, contribuindo com 3,304 milhões de boe/d.
De acordo com a ANP, esse recorde representou um aumento de 11,69% em relação ao ano anterior. Houve também recordes na produção separada de petróleo, alcançando 3,402 milhões de barris por dia (bbl/d), aumento de 12,57% em relação a 2022, e de gás natural, com 150 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d), cerca de 8,7% maior do que no ano anterior.
Em dezembro, a produção totalizou 4,570 milhões de boe/d de petróleo e gás natural. Separadamente, foram produzidos 3,585 milhões de bbl/d de petróleo e 156,618 milhões de m³/d de gás natural. Além disso, a produção do pré-sal em dezembro passado foi de 3,487 milhões de boe/d, representando 76,3% do total produzido no Brasil.
Ainda em dezembro de 2023, o aproveitamento de gás natural foi de 97,8%, disponibilizando ao mercado 51,77 milhões de m³/d de gás, enquanto a queima foi de 3,39 milhões de m³/d. A maior parte da produção, 97,7%, veio dos campos marítimos, sendo que os campos operados pelaPetrobras (PETR4)responderam por 88% do petróleo e gás natural produzidos.
Estatal é alvo de infração por parte do Ibama, que identificou o derramamento de fluído oleoso.
A estatal comprou uma participação de 42,5% em um bloco exploratório de 11 mil km².
Apesar da autorização, a retomada da perfuração está condicionada ao cumprimento de uma série de exigências técnicas.
Para o banco, os dividendos da estatal podem ser pressionados pela alta dos investimentos.
Segundo a ANP, a produção da Petrobras avançou em dezembro, com alta no petróleo e no gás natural, impulsionada pelo pré-sal.
A disparada levantou dúvidas entre os investidores sobre quanto dessa alta já está precificada e o que ainda pode sustentar o papel em 2026.
Sem a petroleira, o lucro das demais estatais somou R$ 41,8 bilhões, o que deixa clara a forte dependência em relação à Petrobras.
Por volta das 12h, os papéis preferenciais PETR4 subiam 2,54%, negociados a R$ 38,29, liderando os ganhos do Ibovespa.
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