Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
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🚨 O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) reforçou, nesta quarta-feira (14), o pedido para que governadores alinhados à direita se manifestem publicamente contra sua inelegibilidade.
Em entrevista concedida ao UOL, o ex-mandatário afirmou que, embora não possa exigir uma ação formal, espera ver uma reação política diante das decisões que o afastaram das eleições até 2031.
"Eu gostaria, embora não possa obrigar, que os governadores questionassem: ‘Por que Bolsonaro está inelegível? Essas acusações são válidas?’", declarou Bolsonaro.
O ex-presidente se refere aos processos conduzidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que o declararam inelegível por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.
O apelo de Bolsonaro ocorre num momento de articulações políticas intensas. O ex-presidente Michel Temer (MDB) tem se movimentado nos bastidores para formar uma aliança de centro-direita visando as eleições de 2026.
Essa articulação inclui governadores como Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Ronaldo Caiado (União-GO), Romeu Zema (Novo-MG) e Ratinho Junior (PSD-PR), sem considerar o próprio Bolsonaro ou sua esposa, Michelle Bolsonaro, como líderes desse bloco.
Essa movimentação gerou desconforto no grupo bolsonarista, especialmente por não endossar publicamente a tentativa de Bolsonaro de reverter a inelegibilidade.
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Durante a entrevista, Bolsonaro reafirmou seu compromisso em tentar viabilizar sua candidatura até o último momento.
"Meu plano B é o Bolsonaro", afirmou, descartando a ideia de endossar outros nomes no momento.
Apesar de elogiar figuras como o governador Ronaldo Caiado, o ex-presidente evitou apontar qualquer sucessor. “Vou até o último segundo buscar a minha possibilidade de disputar a eleição”, reforçou.
📊 Bolsonaro também voltou a criticar o ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE e integrante do Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo ele, Moraes estaria utilizando práticas de "lawfare" — termo que designa o uso da lei e de processos judiciais para fins políticos.
"Isso que Alexandre de Moraes faz lá fora é conhecido como lawfare. É uma estratégia usada para tirar adversários políticos do combate", afirmou.
O ex-presidente citou exemplos de outros países, como França e Estados Unidos, onde, segundo ele, situações semelhantes teriam ocorrido.
Além disso, Bolsonaro sugeriu que sua inelegibilidade seria um ataque à democracia brasileira, ao retirar dos eleitores o direito de optar por seu nome nas urnas.
"Uma eleição sem o meu nome na chapa é uma negação da democracia", declarou.
Bolsonaro foi declarado inelegível em 2023 pelo TSE após julgamento sobre a reunião com embaixadores realizada no Palácio da Alvorada em julho de 2022.
Na ocasião, o então presidente questionou, sem provas, a integridade das urnas eletrônicas brasileiras e do sistema eleitoral, utilizando a estrutura pública da Presidência para divulgar as informações.
⚖️ A Corte Eleitoral entendeu que Bolsonaro cometeu abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação oficial — a TV Brasil transmitiu o evento.
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