Bitcoin (BTC) reage e recupera os US$ 70 mil: O que esperar depois do crash?
A criptomoeda sobe mais de 10% nesta 6ª, após tocar no menor nível dos últimos 15 meses.
🪙 O Bitcoin (BTC) operou em baixa de quase 7% na manhã desta quarta-feira, cotado em cerca de R$ 316 mil.
Esse resultado reverte parte da última trajetória de alta da criptomoeda mais valiosa do mercado, registrando recuo de 11% no acumulado na semana passada.
A correção acontece no dia seguinte em que foram registrados recordes de saídas líquidas. Só o ETF de Bitcoin da gestora norte-americana Grayscale foi responsável pela maior parte deste valor, cerca de US$ 643 milhões.
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A empresa tem visto uma diminuição da quantidade de tokens desde janeiro, quando converteu seu fundo de investimentos em ETF à vista, em decorrência da aprovação do novo produto nos EUA. Em janeiro, a corretora tinha 620 unidades de Bitcoin, agora, passados dois meses, o saldo é de 378 BTC.
Segundo a empresa de análise CryptoQuant, os números também são ampliados pelos investidores que têm visão de curto prazo. Isso porque os grandes retornos que a cripto apresentou no último mês podem ter favorecido a retirada dos ativos.
O índice Coindesk 20, que reúne os 20 tokens mais capitalizados, também opera em 10% negativo. Ethereum (-8%), Solana (-13%) e Binance Coín (-8%) também apresentam desaceleração acentuada.
😱 Também na segunda (18), os investidores da exchange BitMEX passaram por momentos de susto, depois que a cotação do Bitcoin caiu para US$ 8,9 mil. A criptomoeda permaneceu neste patamar por alguns minutos, mas logo voltou a sua cotação real.
O movimento de baixa pode ter sido resultado de uma liquidação de vários investidores "baleia”, apelido dado aos que detém um número alto de Bitcoins. Conforme publicações nas redes sociais, um único investidor teria vendido 850 unidades de Bitcoin, montante equivalente a US$ 55 milhões.
A criptomoeda sobe mais de 10% nesta 6ª, após tocar no menor nível dos últimos 15 meses.
2 empresas brasileiras têm uma estratégia de tesouraria baseada em BTC: CASH3 e OBTC3.
Segundo ele, a criptomoeda pode estar entrando em uma dinâmica típica de ativos alavancados e dependentes de confiança.
A maior criptomoeda do mundo atingiu o menor valor em mais de 15 meses.
Metal precioso recupera os US$ 5 mil por onça-troy, enquanto criptomoeda segue em baixa.
A maior criptomoeda do mundo parece não ter se recuperado ainda do maior crash da história, ocorrido em outubro passado.
A autarquia apresentou novas regras para bancos operarem cripto, além de uma certificação técnica antes do início do serviço.
Uso da tecnologia blockchain é só o começo em Wall Street, em que já se vislumbra uso de stablecoins para comprar ações.
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