Mercado de previsão sobre Ibovespa, dólar e Bitcoin chega na B3; saiba as condições
Perfis de investidores selecionados poderão negociar contratos derivativos, prevendo eventos para cada ativo.
🪙 O Bitcoin (BTC) operou em baixa de quase 7% na manhã desta quarta-feira, cotado em cerca de R$ 316 mil.
Esse resultado reverte parte da última trajetória de alta da criptomoeda mais valiosa do mercado, registrando recuo de 11% no acumulado na semana passada.
A correção acontece no dia seguinte em que foram registrados recordes de saídas líquidas. Só o ETF de Bitcoin da gestora norte-americana Grayscale foi responsável pela maior parte deste valor, cerca de US$ 643 milhões.
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A empresa tem visto uma diminuição da quantidade de tokens desde janeiro, quando converteu seu fundo de investimentos em ETF à vista, em decorrência da aprovação do novo produto nos EUA. Em janeiro, a corretora tinha 620 unidades de Bitcoin, agora, passados dois meses, o saldo é de 378 BTC.
Segundo a empresa de análise CryptoQuant, os números também são ampliados pelos investidores que têm visão de curto prazo. Isso porque os grandes retornos que a cripto apresentou no último mês podem ter favorecido a retirada dos ativos.
O índice Coindesk 20, que reúne os 20 tokens mais capitalizados, também opera em 10% negativo. Ethereum (-8%), Solana (-13%) e Binance Coín (-8%) também apresentam desaceleração acentuada.
😱 Também na segunda (18), os investidores da exchange BitMEX passaram por momentos de susto, depois que a cotação do Bitcoin caiu para US$ 8,9 mil. A criptomoeda permaneceu neste patamar por alguns minutos, mas logo voltou a sua cotação real.
O movimento de baixa pode ter sido resultado de uma liquidação de vários investidores "baleia”, apelido dado aos que detém um número alto de Bitcoins. Conforme publicações nas redes sociais, um único investidor teria vendido 850 unidades de Bitcoin, montante equivalente a US$ 55 milhões.
Perfis de investidores selecionados poderão negociar contratos derivativos, prevendo eventos para cada ativo.
Questões geopolíticas no Oriente Médio também ditam os preços das criptomoedas na semana.
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Charles Wicz, o Economista Sincero, revela o que está fazendo em sua carteira pessoal de criptomoedas.
A criptomoeda atingiu os US$ 73 mil nesta quarta-feira (4), o maior valor em um mês.
O bitcoin (BTC) acumulou queda de cerca de 12% em fevereiro e operava em alta de 5,65% por volta das 18h50 nesta segunda-feira (2).
A criptomoeda, que era negociada próxima de US$ 65,5 mil, caiu rapidamente para a faixa de US$ 63,1 mil, atingindo mínima intradiária de US$ 63.198.
Um relatório da Grayscale aponta que, nos últimos dois anos, o Bitcoin apresentou forte correlação com ações de empresas de software.
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