Bitcoin (BTC) perde força como 'ouro digital' e se aproxima das ações tech
Um relatório da Grayscale aponta que, nos últimos dois anos, o Bitcoin apresentou forte correlação com ações de empresas de software.
🚀 O Bitcoin (BTC) disparou mais de 9% nos últimos sete dias e chega nesta sexta-feira (18) cotado ao redor de US$ 68.250,00, sendo que mais cedo chegou a tocar os US$ 69 mil, seu maior patamar de preço em mais de três meses.
Dessa maneira, a maior criptomoeda do mundo em valor de mercado, avaliada em US$ 1,35 trilhão, tenta alcançar um novo ATH (maior valor em todos os tempos, na sigla em português) em outubro de 2024, um mês historicamente positivo para negociar Bitcoin.
Atualmente, o ATH da criptomoeda aconteceu em março, quando o Bitcoin chegou a valer mais de US$ 73 mil, impulsionado na época pelo fluxo de investidores institucionais (grandes bancos e gestoras de recursos) que passaram a investir na moeda digital por meio de ETFs listados nas bolsas de valores dos Estados Unidos.
Tais ETFs de Bitcoin no mercado à vista acumulam mais de quatro dias consecutivos de entradas de dinheiro dos investidores em geral, elevando seus fluxos acumulados totais para mais de US$ 20 bilhões desde os seus respectivos lançamentos em janeiro de 2024.
A título de comparação, os ETFs que investem em ouro levaram mais de cinco anos para também acumular o fluxo líquido de US$ 20 bilhões, tonando a estreia dos ETFs de Bitcoin a mais bem-sucedida de qualquer fundo de índice listado na história.
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Outubro costuma ser um mês positivo para o mercado de criptomoedas, sobretudo para o Bitcoin, que acumula uma média de valorização no mês de 21,2% desde 2013, conforme dados da Coinglass.
No histórico de rentabilidade, outubro só fica atrás do mês de novembro, com um retorno médio de 46,8% no mesmo período. Contudo, desde 2013, novembro teve quatro ocasiões de perdas nos anos de 2018, 2019, 2021 e 2023.
🗓️ Por sua vez, outubro só teve duas ocasiões de prejuízos nesta janela de tempo nos anos de 2014 e 2018. Até o momento, outubro de 2024 soma valorização de 3% ao BTC.
Outro fator no radar dos investidores é o ciclo de corte de juros nos Estados Unidos, já que os preços das criptomoedas tendem a subir devido ao aumento da liquidez e às melhores condições de empréstimo.
Um relatório da Grayscale aponta que, nos últimos dois anos, o Bitcoin apresentou forte correlação com ações de empresas de software.
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Segundo ele, a criptomoeda pode estar entrando em uma dinâmica típica de ativos alavancados e dependentes de confiança.
A maior criptomoeda do mundo atingiu o menor valor em mais de 15 meses.
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A maior criptomoeda do mundo parece não ter se recuperado ainda do maior crash da história, ocorrido em outubro passado.
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