Cade libera operação da United na Azul (AZUL4) e destrava saída do Chapter 11
Com a operação, a participação da United na Azul subirá de 2,02% para cerca de 8%, reforçando apoio ao plano de reestruturação financeira.
🚨 A Azul Linhas Aéreas (AZUL4)anunciou nesta segunda-feira (28), um robusto plano de captação de recursos, com potencial de até US$ 500 milhões, resultado de um acordo estratégico com seus principais credores e fornecedores.
Este movimento é parte da estratégia da companhia para fortalecer sua liquidez e alcançar uma posição financeira mais sólida em meio aos desafios do setor.
Às 10h20 (horário de Brasília) desta segunda, os ativos subiam 10,45%, a R$ 5,92.
Segundo comunicado da companhia, a estruturação desse aporte engloba uma série de compromissos e benefícios. Confira os principais pontos:
A Azul garantiu o suporte de seus credores para levantar até US$ 500 milhões. Inicialmente, serão liberados US$ 150 milhões nesta semana, seguidos por mais US$ 250 milhões até o fim do ano.
Esse financiamento é amparado por garantias prioritárias, com a possibilidade de angariar outros US$ 100 milhões.
O acordo permitirá à Azul melhorar seu fluxo de caixa em aproximadamente US$ 150 milhões ao longo dos próximos 18 meses.
Esse montante é possível graças à revisão de compromissos com arrendadores e fabricantes de equipamentos, conhecida como OEMs, responsáveis por parte das aeronaves da frota.
➡️ Leia mais: Azul (AZUL4) avalia captação de até US$ 500 milhões, diz jornal
Em parceria com credores e fornecedores, a Azul busca ainda implementar otimizações financeiras de cerca de US$ 100 milhões anuais, reforçando sua estrutura para suportar os altos custos operacionais do setor.
A empresa poderá converter até US$ 800 milhões em dívidas garantidas secundariamente em ações preferenciais, caso consiga atingir as metas de fluxo de caixa anual.
Essa medida não apenas reduz a dívida, mas também diminui os custos financeiros em quase US$ 100 milhões ao ano.
Além disso, o acordo prevê a emissão de até 100 milhões de ações preferenciais para credores e arrendadores como parte da reestruturação dos compromissos com equity, representando um marco financeiro para a Azul.
Ao consolidar esses acordos, a empresa avança na reorganização de sua estrutura de capital, ajustando-se a um cenário desafiador para o setor aéreo e buscando maior flexibilidade financeira.
A Azul enfatizou que este é um passo estratégico para garantir resiliência e crescimento sustentado, fortalecendo sua base operacional.
✈️ Com essa injeção de capital e novas emissões de ações, a empresa espera uma redução substancial dos custos com dívida, uma medida que visa não apenas preservar a continuidade dos negócios, mas também proporcionar valor aos acionistas no longo prazo.
Com a operação, a participação da United na Azul subirá de 2,02% para cerca de 8%, reforçando apoio ao plano de reestruturação financeira.
Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, a companhia aérea deve sair do Chapter 11 nos próximos 30 dias.
Os recursos captados serão direcionados para fins corporativos gerais.
Pela proposta, cada ação preferencial seria convertida em 75 ações ordinárias.
Conversão de dívidas em ações pressiona AZUL4 e amplia temor de diluição.
O CEO informou na entrevista uma expectativa de receita de R$ 20 bilhões para 2024.
O resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 1,914,5 bilhão.
O tribunal também deu aval ao Backstop Commitment Agreement.
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