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✔ Os investidores da Azul (AZUL4) receberam com bom ânimo a notícia de um acordo da companhia aérea com seus arrendadores. Os papeis da brasileira disparam mais de 15% na bolsa de valores na manhã desta terça-feira (8).
Às 12h, as ações eram negociadas por cerca de R$ 6,70, sendo que encerraram o pregão da segunda em R$ 5,75, mostram dados da B3. No acumulado do último mês, o avanço já é positivo em quase 65%.
Este acordo anunciado pela Azul já era esperado por todo o mercado, que aguardava uma solução da companhia aérea para colocar suas dívidas em dia. Ao todo, a empresa tem mais de US$ 600 milhões em pendências, o que colocou em dúvida sua possibilidade de chegar a um contrato positivo.
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O acordo enfim veio, englobando 92% dos títulos a serem pagos pela empresa nos próximos meses, somando mais de R$ 3 bilhões. A empresa vai trocar as suas dívidas por milhões de novas ações preferenciais que serão emitidas futuramente.
Assim como os investidores, bancos e casas de investimentos também viram o acordo como positivo e já fizeram suas considerações sobre isso. A Genial pontuou que o acordo é peça fundamental no esforço da empresa em gerar caixa e melhorar sua estrutura de capital, mas ponderou:
“A diluição de até 100 milhões de ações pode ter impacto nos acionistas atuais, ainda que seja um movimento positivo a longo prazo para a sustentabilidade da empresa. O preço de emissão acordado foi de R$ 30,00 por ação, ajustado a partir de um acordo anterior de R$ 36,00, o que implica uma diluição de aproximadamente 22% para os acionistas”, escreveram os analistas.
O Bradesco BBI ressaltou que a empresa ainda tem outros 8% de credores para negociar, mas disse que agora a situação é mais favorável. “Esperamos uma forte reação positiva do mercado, pois este acordo com os arrendadores deve facilitar as negociações com outros credores. Os próximos passos para a gestão de passivos da Azul incluem a captação de capital adicional e possivelmente o alongamento dos vencimentos dos títulos”, disse o banco.
Para a XP Investimentos, o acordo é positivo por duas principais questões: implica em uma diluição menor em comparação com a conversão em ações, além de poder desencadear outros tipos de financiamento que aumentem a liquidez da companhia.
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