2025 é o ano do ouro caro e do dólar barato; saiba o pódio dos investimentos
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🚨 A última semana cheia de setembro reserva dados decisivos para os mercados globais e domésticos. O grande destaque internacional será a divulgação do índice de gastos de consumo (PCE) dos Estados Unidos, previsto para sexta-feira (26).
O PCE é a métrica preferida do Federal Reserve (Fed) para acompanhar a inflação e será divulgado em um momento crucial, logo após o banco central norte-americano dar início ao ciclo de cortes de juros.
O resultado poderá oferecer pistas adicionais sobre a velocidade da desaceleração da economia dos EUA e o espaço para novos cortes nas próximas reuniões.
Além do PCE, investidores estarão atentos a outros indicadores relevantes:
Pedidos semanais de seguro-desemprego – servem como termômetro da saúde do mercado de trabalho;
Segunda leitura do PIB do 2º trimestre – pode trazer revisões importantes sobre a dinâmica de crescimento da maior economia do mundo.
Esses números têm peso direto nas projeções de política monetária e na precificação dos ativos de risco, já que o Fed vem tentando calibrar a política de juros para conter a inflação sem causar uma recessão mais profunda.
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No cenário doméstico, os investidores acompanharão a divulgação do IPCA-15, considerado a prévia da inflação oficial.
A expectativa, segundo o último Boletim Focus, é de alta, o que pode influenciar as apostas para os próximos passos do Banco Central em relação à Selic.
Outro evento importante será a reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN), marcada para quinta-feira (25). O colegiado pode discutir temas de impacto relevante na condução da política fiscal e monetária.
A semana ainda contará com a divulgação dos PMIs (Índices de Gerentes de Compras) da Europa, Reino Unido e EUA, indicadores que medem a atividade econômica em setores-chave como indústria e serviços.
Além disso, os mercados monitorarão os CPIs (índices de preços ao consumidor) de Hong Kong e do Japão, que ajudarão a medir a pressão inflacionária na Ásia.
Será uma semana carregada de informações, tanto para os investidores que acompanham o ritmo da economia global quanto para quem observa os desdobramentos internos.
📆 A combinação de inflação nos EUA, IPCA-15 no Brasil e decisões do CMN deve ditar o tom dos mercados até o fim de setembro.
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