Faltam apenas 1 milhão de Bitcoins (BTC) para nascer até o ano 2140
Maior criptomoeda do mundo alcança o marco de mineração de 20 milhões de unidades.
📅 Quem acompanha o Bitcoin já sabe que está previsto para o próximo sábado (20) o halving, um evento que corta pela metade as emissões da criptomoeda.
Esta é uma operação que ocorre, em média, a cada quatro anos e que é bastante esperado pelos investidores. Em suas últimas três edições, o ativo digital registrou fortes altas em sua pré e pós-operação.
Pensando em tirar as dúvidas dos investidores, o Investidor10 preparou 7 respostas sobre o evento que divide os ciclos do Bitcoin. Veja a seguir:
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O halving do Bitcoin foi desenvolvido como uma ferramenta monetária para controlar a inflação da criptomoeda. Com isso, o desenvolvedor garante que apenas 21 milhões de tokens sejam minerados, número que deve ser alcançado até 2140, segundo projeções do mercado.
O halving é uma operação automática, feita pelo próprio sistema, conforme o projeto criado por Satoshi Nakamoto, creditado como o criador do Bitcoin. Ao longo da história, já ocorreram três halving de Bitcoin: em novembro de 2012; em julho de 2016; e em maio de 2020.
O Bitcoin foi desenvolvido com uma função que corta as emissões sempre que a mineração da cripto atinge 250 mil blocos. Desta forma, não há como definir um dia ou horário específico, mas é possível ter uma estimativa de quando o evento vai acontecer.
Considerando que o bloco de mineração atual é o 839.798 e a operação tem de ocorrer quando for atingido o de número 840.000, entusiastas acreditam que o halving do Bitcoin vai acontecer no próximo sábado (20), no começo da noite.
Para acompanhar o halving do Bitcoin, basta acessar algumas das plataformas que vão exibir a queda das emissões. Os monitores de criptomoedas CoinGecko e o CoinMarketCap estão exibindo um gráfico e um cronometro em tempo real para que os investidores acompanhem o evento.
O Investidos 10 também mantém uma página com todas as informações sobre o Bitcoin e com a contagem regressiva para este dia tão aguardado.
O desempenho dos ativos digitais depende de vários fatores externos, que podem fazer correção para cima ou para baixo. No caso do Bitcoin, que se tornou a principal moeda do mercado, questões macroeconômicas podem interferir na sua trajetória depois do halving.
Parte dos analistas acredita que as altas sucessivas que a cripto registrou nas últimas semanas foram uma preparação para o que ainda está por vir. Outros, os mais cautelosos, dizem que as altas recentes já foram uma correção para o seu novo preço.
Há, ainda, as instituições financeiras tradicionais que afirmam que o cenário macroeconômico desfavorável pode bloquear uma possível alta. O fato é que nos últimos três halvings, o bitcoin registrou fortes altas logo após o evento.
Por ser a cripto mais valiosa e movimentada em todo o mundo, o halving do Bitcoin pode movimentar outros ativos pares. Especialistas alertam que os investidores devem ficar de olho em criptos como Ethereum (ETH), Dogecoin (DOGE), Solana (SOL) e Binance Coin (BNB).
Para quem quer juntar todas elas na carteira, há a opção de investir em fundos de investimentos que reúnem diversos criptoativos, como o HASH11 e CRPT11, ambos negociados na bolsa de valores.
Embora cada unidade de Bitcoin esteja cotada em R$ 335 mil, os interessados não precisam desembolsar tudo isso para incluir o ativo na carteira de investimentos. As corretoras de ativos digitais brasileiras oferecem a possibilidade de investir a partir de R$ 50.
Neste caso, o investidor compra uma fração da criptomoeda, e não uma unidade inteira, tendo ganhos (e perdas) equivalentes ao total que detém. Por exemplo, se uma carteira tem R$ 100 em Bitcoin e o ativo sobe 10% no dia, o montante será corrigido na mesma proporção, para R$ 110.
Maior criptomoeda do mundo alcança o marco de mineração de 20 milhões de unidades.
Charles Wicz, o Economista Sincero, revela o que está fazendo em sua carteira pessoal de criptomoedas.
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