Weg (WEGE3): Lucro cai 6,3% no 4T25, para R$ 1,59 bilhão
A companhia ainda teve queda na receita operacional líquida e no Ebitda do trimestre.
🚨 A WEG (WEGE3) está preparando o terreno para um novo ciclo de crescimento acelerado.
Em relatório divulgado nesta segunda-feira (12), o UBS BB reiterou a recomendação de compra para os papéis da companhia e elevou o preço-alvo de R$ 50 para R$ 60.
O principal combustível para essa revisão é o massivo investimento de R$ 1,5 bilhão que a empresa vem realizando para dobrar sua capacidade global de Transmissão e Distribuição (T&D) de energia.
Segundo os analistas Alberto Valerio e equipe, o mercado deve observar um "piso" no crescimento da receita entre o quarto trimestre de 2025 e o primeiro trimestre de 2026.
No entanto, a partir do segundo semestre deste ano, a história muda. Com a entrada em operação da expansão da planta de Betim (MG), a receita deve recuperar o fôlego e acelerar para uma taxa de 14%.
O impacto total desses investimentos será sentido de forma ainda mais intensa em 2027, quando o UBS projeta um salto de 22% no faturamento.
A força da WEG em 2026 reside na sua diversificação dentro do setor elétrico. A unidade de Geração, Transmissão e Distribuição (GTD) é o coração dessa tese de investimento.
Ela abrange desde geradores para usinas térmicas e hidráulicas até aerogeradores e subestações complexas.
Com a transição energética global e a necessidade de reforço nas redes elétricas brasileiras e internacionais, a WEG se posiciona como a fornecedora preferencial de infraestrutura crítica.
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O cronograma de expansão da companhia é rigoroso. Enquanto a planta de Betim começa a entregar resultados no segundo semestre de 2026, a capacidade remanescente dos investimentos globais deve entrar em operação em 2027, com o ramp-up (aumento gradual de produção) atingindo seu ápice em 2028.
Para o investidor, isso significa uma visibilidade de crescimento que poucas empresas no setor industrial conseguem oferecer.
A revisão do UBS BB destaca que a WEG não é apenas uma empresa de "crescimento estável", mas uma companhia capaz de reinvestir seu caixa com alta eficiência.
O momento atual é visto como uma oportunidade estratégica de posicionamento antes que a nova capacidade produtiva comece a ser refletida nos balanços trimestrais.
📈 Com as ações negociando com uma perspectiva de valorização atraente frente ao novo preço-alvo de R$ 60, a WEG reafirma seu papel de destaque nas carteiras que buscam aliar segurança industrial com exposição ao crescimento da infraestrutura energética global.
A companhia ainda teve queda na receita operacional líquida e no Ebitda do trimestre.
A decisão da Suprema Corte dos EUA de limitar o uso da IEEPA para impor tarifas abriu espaço para ganho de exportadoras na B3.
Mesmo com recomendação de compra, o banco vê risco assimétrico no curto prazo, com mais potencial de queda do que de alta.
O ajuste, segundo a empresa, é apenas de uma adequação na forma de estruturação da diretoria estatutária.
Será a mais moderna fábrica de sistemas de armazenamento de energia em bateria do país.
Os negócios adquiridos passarão a ser incorporado a partir de fevereiro de 2026.
Mais cedo, a ação chegou a tocar R$ 51,74, refletindo o aumento do apetite dos investidores diante das oportunidades que o novo mercado pode abrir para a empresa.
Fabricante brasileira de motores elétricos distribuirá R$ 5,1 bilhões em dividendos aos acionistas.
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