WEG (WEGE3) pagará dividendos com reservas de lucros; veja valor por ação
Fabricante brasileira de motores elétricos distribuirá R$ 5,1 bilhões em dividendos aos acionistas.
🚨 A WEG (WEGE3) está preparando o terreno para um novo ciclo de crescimento acelerado.
Em relatório divulgado nesta segunda-feira (12), o UBS BB reiterou a recomendação de compra para os papéis da companhia e elevou o preço-alvo de R$ 50 para R$ 60.
O principal combustível para essa revisão é o massivo investimento de R$ 1,5 bilhão que a empresa vem realizando para dobrar sua capacidade global de Transmissão e Distribuição (T&D) de energia.
Segundo os analistas Alberto Valerio e equipe, o mercado deve observar um "piso" no crescimento da receita entre o quarto trimestre de 2025 e o primeiro trimestre de 2026.
No entanto, a partir do segundo semestre deste ano, a história muda. Com a entrada em operação da expansão da planta de Betim (MG), a receita deve recuperar o fôlego e acelerar para uma taxa de 14%.
O impacto total desses investimentos será sentido de forma ainda mais intensa em 2027, quando o UBS projeta um salto de 22% no faturamento.
A força da WEG em 2026 reside na sua diversificação dentro do setor elétrico. A unidade de Geração, Transmissão e Distribuição (GTD) é o coração dessa tese de investimento.
Ela abrange desde geradores para usinas térmicas e hidráulicas até aerogeradores e subestações complexas.
Com a transição energética global e a necessidade de reforço nas redes elétricas brasileiras e internacionais, a WEG se posiciona como a fornecedora preferencial de infraestrutura crítica.
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O cronograma de expansão da companhia é rigoroso. Enquanto a planta de Betim começa a entregar resultados no segundo semestre de 2026, a capacidade remanescente dos investimentos globais deve entrar em operação em 2027, com o ramp-up (aumento gradual de produção) atingindo seu ápice em 2028.
Para o investidor, isso significa uma visibilidade de crescimento que poucas empresas no setor industrial conseguem oferecer.
A revisão do UBS BB destaca que a WEG não é apenas uma empresa de "crescimento estável", mas uma companhia capaz de reinvestir seu caixa com alta eficiência.
O momento atual é visto como uma oportunidade estratégica de posicionamento antes que a nova capacidade produtiva comece a ser refletida nos balanços trimestrais.
📈 Com as ações negociando com uma perspectiva de valorização atraente frente ao novo preço-alvo de R$ 60, a WEG reafirma seu papel de destaque nas carteiras que buscam aliar segurança industrial com exposição ao crescimento da infraestrutura energética global.
Fabricante brasileira de motores elétricos distribuirá R$ 5,1 bilhões em dividendos aos acionistas.
A companhia brasileira comprou a Sanelec, empresa indiana especializada em motores síncronos.
Os valores terão como base a posição acionária de 3 de dezembro de 2025, com pagamento agendado para 12 de dezembro de 2025.
Com histórico de valorização na bolsa e reconhecida pelos dividendos robustos, a empresa vem sendo chamada de "fábrica de bilionários".
Segundo a empresa, as mudanças visam melhor otimização dos recursos e estruturas, tanto industriais quanto comerciais e administrativas.
Lucro do 3T25 ficou ligeiramente acima das previsões, mas mercado ainda faz ressalvas.
O lucro ficou levemente acima do esperado pelo mercado, mas as margens caíram de novo.
A Romi abre a agenda na terça-feira (21), apresentando seus dados financeiros referentes aos meses de julho a setembro.
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