Bitcoin dispara e desponta como o melhor investimento do 3T26; veja ranking
A criptomoeda voltou a superar a marca dos US$ 80 mil, mas ainda acumula perdas no ano.
📈 O preço da criptomoeda Solana (SOL) teve um baita alívio nesta quarta-feira (19), quando chegou a disparar quase +5% ao atingir a cotação máxima de US$ 174,12 nas últimas 24 horas, embora ainda carregue desvalorização de −15% nos últimos sete dias, boa parte deflagrada pelo colapso da memecoin $LIBRA.
No entanto, engana-se quem pensa que a suposta pirâmide financeira que chegou a ter o apoio inicial do presidente argentino Javier Milei é a única pedra no sapado da mais popular rede de blockchain e incubadora de novas moedas virtuais.
Em relatório publicado nesta data, os analistas do BTG Pactual apontam que também há pressão vendedora sobre a Solana proveniente do desbloqueio de tokens da falida corretora de criptoativos FTX, que também tem provocado temor para integrantes do ecossistema.
💸 Após a falência da FTX em 2022, tokens SOL ficaram retidos em um cronograma de devolução aos seus investidores. Em março de 2025, cerca de 11,2 milhões de tokens, pouco menos de US$ 2 bilhões com base na cotação atual de SOL, serão liberados para investidores.
Os analistas Lucas Josa, João Galhardo, Lucas Osório e Matheus Parizotto destacam que essa liberação de tokens da FTX representa mais de 2% da capitalização de mercado da Solana. Ou seja, com o aumento da oferta de tokens no mercado, pode ter pressão dos preços da criptomoeda para baixo no curto prazo, se ocorrer uma venda massiva.
"Apesar disso, as métricas on-chain da Solana continuam sólidas. Volumes de transações e atividades na rede permanecem robustos, o que sugere que a recente queda de sentimento pode ser apenas temporária", escreve o quarteto no relatório.
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Para o BTG Pactual, há boas chances de recuperação para o token SOL no médio a longo prazo se os fundamentos da rede se mantiverem.
Olhando para a análise gráfica, a faixa de suporte para Solana está entre US$ 160 e US$ 170 — não testada desde novembro do ano passado — emergindo como uma área estratégica para possíveis operações dos entusiastas de criptos.
📊 "Esse patamar evidencia a robustez do suporte técnico e pode oferecer oportunidades de entrada para investidores. Caso o movimento de recuperação na faixa atual ganhe tração, é crucial que os preços rompam o patamar de US$ 188, retornando à consolidação entre US$ 188 e US$ 203", avaliam os especialistas.
Somente após essa consolidação é que um rompimento acima de US$ 203 deve ocorrer, direcionando os preços rumo a US$ 220 – representando um potencial ganho de cerca de 30% em SOL frente aos níveis atuais.
A criptomoeda voltou a superar a marca dos US$ 80 mil, mas ainda acumula perdas no ano.
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Com a disparada do Bitcoin, o investidor insistiu por anos em contatar a antiga gestão para reaver seus fundos.
Após o novo aporte, a empresa de Michael Saylor atinge 845.050 bitcoins sob custódia, somando cerca de US$ 66,1 bilhões.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
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