Reajuste na Educação puxa inflação para 0,83% em fevereiro
Alta acumulada dos últimos 12 meses é de 4,5%, segundo IBGE

Principal monitor da inflação, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) registrou alta de 0,83% em fevereiro.
👨🎓 O dado foi divulgado na manhã desta terça-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas). Com isso, a inflação do Brasil atingiu 1,25% no bimestre e 4,5% no acumulado dos últimos 12 meses.
O desempenho da categoria de Educação, que subiu 4,98% no mês, fez o índice dobrar em relação a janeiro. Segundo o órgão, o reajuste do começo do ano letivo foi o principal fator da alta, com destaque para as mensalidades do ensino médio, que aumentaram 8,5%.
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Embora os números tenham ficado acima do esperado pelos analistas, que era de 0,78%, a subida dos preços se manteve exatamente no mesmo patamar de fevereiro de 2023.
Além da Educação, outros grupos que chamaram a atenção foram: Comunicação (1,5%), Alimentação e bebidas (0,95%) e Saúde e Cuidados pessoais (0,65%). Na contramão, os que apresentaram as maiores baixas foram: Vestuário (-0,44%) e Artigos de residência (-0,07%).
São Paulo (24%) foi a cidade com a maior alta, seguida de Belo Horizonte (10%) e Rio de Janeiro (9%). Rio Branco (0,7%), Aracaju (1,2%) e Vitória (1,9%), por sua vez, tiveram as menores acelerações.
Veja o movimento dos preços em fevereiro, segundo o IBGE:
- Alimentação e bebidas: 0,95%
- Habitação: 0,27%
- Artigos de residência: -0,07%
- Vestuário: -0,44%
- Transportes: 0,72%
- Saúde e cuidados pessoais: 0,65%
- Despesas pessoais: 0,05%
- Educação: 4,98%
- Comunicação: 1,56%
Subida do INPC foi de 0,81%
🏷 O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede um grupo menor e mais específico da população, também apresentou alta em fevereiro, de 0,81%, ainda segundo o IBGE. Entre janeiro e fevereiro, a subida foi de 0,24%.
Isso indica que os preços para quem recebe até 5 salários mínimos tiveram quase o mesmo desempenho do que em outras faixas de renda. No acumulado dos últimos 12 meses, porém, há uma diferença de 0,65%, o que mostra que a inflação foi mais leve para quem é mais pobre.

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