Mercado de previsão sobre Ibovespa, dólar e Bitcoin chega na B3; saiba as condições
Perfis de investidores selecionados poderão negociar contratos derivativos, prevendo eventos para cada ativo.
🚀 Após o forte movimento de alta do Bitcoin (BTC) em novembro de 2024, que chegou a registrar 43% de alta desde o início do mês, a maior criptomoeda do mundo em valor de mercado agora passa por um movimento corretivo, que faz muitos entusiastas duvidarem se a moeda virtual chegará aos US$ 100 mil em breve.
O BTG Pactual destaca que a primeira resistência de preço do BTC em US$ 95.800 já está superada, já que a criptomoeda tocou brevemente dos US$ 97.350 na máxima do dia nesta quarta-feira (27) e ainda mantém o seu preço acima dos US$ 96.500, com valorização de 5,7% nas últimas 24 horas.
"Com a recuperação em andamento, marcada por essa primeira resistência rompida, abre-se caminho para a próxima em US$ 98.700, principal obstáculo para o Bitcoin retomar máximas históricas e entrar novamente em território de descoberta de preços", comentam os analistas Lucas Josa, João Galhardo, Lucas Osório e Matheus Parizotto, em relatório.
Partindo para uma análise de dados on-chain que podem trazer mais clareza quanto ao rumo do BTC nas próximas semanas, uma métrica importante a ser destacada é o MVRV, aponta o banco.
O MVRV (Market Value to Realized Value) compara o valor de mercado do ativo digital com o preço pelo qual cada criptomoeda foi adquirida originalmente.
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Quando o indicador MVRV está alto, o preço atual supera significativamente o preço médio de compra, podendo sinalizar um topo de mercado e possível correção.
"Atualmente, a razão MVRV está nos níveis observados em março deste ano, quando o BTC atingiu uma nova máxima histórica ao romper os US$ 70 mil pela primeira vez", afirma o quarteto.
Naquela ocasião, após o MVRV registrar esse pico, os meses seguintes foram marcados por lateralização no preço da criptomoeda antes da retomada da alta. Portanto, o cenário atual exige cautela.
🤑 "Apesar dessa sinalização, os aspectos positivos em torno do Bitcoin — como a crescente adoção institucional e os desenvolvimentos regulatórios favoráveis à criptomoeda — sugerem que a tendência de alta no longo prazo deve continuar", reforça o time de analistas do BTG Pactual.
Ou seja, o indicador on-chain do MVRV pode indicar não uma reversão de tendência, mas possivelmente um período de lateralização dos preços em um cenário de sobrecompra, antes que o BTC retome seu movimento ascendente.
Perfis de investidores selecionados poderão negociar contratos derivativos, prevendo eventos para cada ativo.
Questões geopolíticas no Oriente Médio também ditam os preços das criptomoedas na semana.
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A criptomoeda atingiu os US$ 73 mil nesta quarta-feira (4), o maior valor em um mês.
O bitcoin (BTC) acumulou queda de cerca de 12% em fevereiro e operava em alta de 5,65% por volta das 18h50 nesta segunda-feira (2).
A criptomoeda, que era negociada próxima de US$ 65,5 mil, caiu rapidamente para a faixa de US$ 63,1 mil, atingindo mínima intradiária de US$ 63.198.
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