Mercado de previsão sobre Ibovespa, dólar e Bitcoin chega na B3; saiba as condições
Perfis de investidores selecionados poderão negociar contratos derivativos, prevendo eventos para cada ativo.
O Bitcoin (BTC) registrou um efeito inédito na manhã de quarta-feira (13). Pela primeira vez na história, a principal criptomoeda do mercado performou acima dos US$ 124 mil.
Durante alguns minutos, o token digital chegou a ser cotado a US$ 124.128 mil, de acordo com dados dos monitores de criptomoedas. O recorde anterior era de US$ 122,8 mil, valor que agora fica para a história.
A valorização do BTC acontece em um ambiente de alta probabilidade de corte na taxa de juros nos Estados Unidos. Por lá, na próxima reunião do Fed, agendada para setembro, o órgão pode reduzir a cifra, o que tem servido de gás para a expansão da cripto.
O movimento acontece porque no cenário da renda fixa pagando menos, os investidores tendem a voltar à renda variável, onde conseguem mais lucros. E é justamente neste campo que as criptomoedas estão situadas, com possibilidades de valorização no horizonte.
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“Há uma enxurrada de liquidez sendo direcionada para ativos de risco neste momento, e não há sinais evidentes de superaquecimento”, afirmou Pav Hundal, analista-chefe de mercado da Swyftx, ao site Decrypt. “As taxas de financiamento estão bem dentro das faixas normais em todas as principais exchanges globais”, completa.
O movimento de alta também vem acontecendo com o Ethereum (ETH), a segunda maior criptomoeda em valor de mercado do mundo. Nesta quinta (14), o ativo é cotado em US$ 4,6 mil, também muito próximo do seu recorde, de US$ 4,8 mil, alcançado em 2021.
Neste caso, a alta está ligada a uma decisão da SEC (Comissão de Valores Mobiliários dos EUA) que tirou o ETH do rol de valores mobiliários. Desta forma, o staking pago pelo ativo para quem o mantém na carteira, não é considerado um investimento tradicional.
Na cotação para o real, o ETH hoje performa na casa de R$ 24,8 mil, com queda de 2,8% nas últimas 24 horas. Já o BTC cai cerca de 3,7%, mas mantém seu preço acima dos R$ 640 mil, conforme dados dos monitores do setor.
Perfis de investidores selecionados poderão negociar contratos derivativos, prevendo eventos para cada ativo.
Questões geopolíticas no Oriente Médio também ditam os preços das criptomoedas na semana.
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A criptomoeda atingiu os US$ 73 mil nesta quarta-feira (4), o maior valor em um mês.
O bitcoin (BTC) acumulou queda de cerca de 12% em fevereiro e operava em alta de 5,65% por volta das 18h50 nesta segunda-feira (2).
A criptomoeda, que era negociada próxima de US$ 65,5 mil, caiu rapidamente para a faixa de US$ 63,1 mil, atingindo mínima intradiária de US$ 63.198.
Um relatório da Grayscale aponta que, nos últimos dois anos, o Bitcoin apresentou forte correlação com ações de empresas de software.
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