PIB do Brasil registra alta de 0,8% no 1¬ļ trimestre de 2024

Em uma an√°lise anual, o PIB brasileiro cresceu 2,5%, ultrapassando a previs√£o de 2,3%.

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Publicado em 04/06/2024 às 09:33h - Atualizado 1 mês atrás Publicado em 04/06/2024 às 09:33h Atualizado 1 mês atrás por Matheus Rodrigues
Em uma an√°lise anual, o PIB brasileiro cresceu 2,5%, ultrapassando a previs√£o de 2,3%.
Em uma an√°lise anual, o PIB brasileiro cresceu 2,5%, ultrapassando a previs√£o de 2,3%.

ūüďą O primeiro trimestre de 2024 trouxe sinais de revitaliza√ß√£o para a economia brasileira, conforme indicado pelos dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat√≠stica (IBGE).

Após dois trimestres consecutivos de crescimento estagnado, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil finalmente registrou um aumento de 0,8% em comparação com o trimestre anterior.

Esse resultado superou as expectativas do mercado, que, segundo proje√ß√Ķes da ag√™ncia Bloomberg, previam um crescimento de 0,7%.

Em uma an√°lise anual, o PIB brasileiro cresceu 2,5%, ultrapassando a previs√£o de 2,3%.

Este avanço foi impulsionado principalmente pelos setores de serviços e agropecuária, que apresentaram aumentos significativos de 1,4% e 11,3%, respectivamente.

Por outro lado, a ind√ļstria mostrou-se praticamente est√°vel, com uma varia√ß√£o negativa de 0,1%.

O consumo das famílias teve um incremento de 1,5%, evidenciando uma retomada da confiança do consumidor impulsionada pela melhoria no mercado de trabalho e pelo aumento da renda.

Os investimentos, um indicador chave para o futuro crescimento econ√īmico, tamb√©m apresentaram um robusto crescimento de 4,1%.

V√°rios fatores contribu√≠ram para esse cen√°rio positivo no in√≠cio de ano, incluindo a antecipa√ß√£o dos pagamentos de precat√≥rios e do 13¬ļ sal√°rio para os benefici√°rios do INSS, bem como o ajuste nos benef√≠cios vinculados ao sal√°rio-m√≠nimo e a redu√ß√£o nas taxas de juros.

Essas medidas ajudaram a sustentar o consumo e o investimento durante o trimestre.

As recentes enchentes no Rio Grande do Sul s√£o esperadas para impactar negativamente o desempenho do PIB no segundo trimestre.

ūüďä Apesar dos efeitos adversos imediatos, espera-se que a reconstru√ß√£o da regi√£o contribua positivamente para a economia at√© o final do ano.

Ainda assim, a antecipa√ß√£o de despesas relacionadas a esses eventos pode limitar o √≠mpeto de crescimento na segunda metade de 2024, levantando preocupa√ß√Ķes sobre a sustentabilidade da recupera√ß√£o econ√īmica no m√©dio prazo.