Petrobras rompe R$ 700 bilhões pela primeira vez na história; veja o motivo
Nesta sexta-feira (2), a petroleira superou R$ 700 bilhões em valor de mercado pela 1ª vez, e o motivo do salto não foi o petróleo.
📈 O Tesouro Nacional espera arrecadar cerca de R$ 6 bilhões caso se concretize a distribuição de metade dos dividendos extraordinários da Petrobras (PETR4), uma injeção financeira que não estava prevista no orçamento deste ano.
Se ingressarem nos cofres do governo, os recursos contribuirão para compensar frustrações de receitas.
No entanto, o governo enfrenta obstáculos para avançar no Congresso com propostas que visam reduzir gastos tributários, como a extinção do Perse (Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos) e a instituição da contribuição previdenciária sobre a folha salarial em 17 setores intensivos em mão de obra.
Na última sexta-feira (19), a Petrobras divulgou um fato relevante informando sobre discussões do Conselho de Administração da empresa acerca do possível impacto da distribuição do lucro remanescente do exercício de 2023 sobre o Plano Estratégico 2024-2028+.
Segundo o comunicado, uma das conclusões foi que uma eventual distribuição de até 50% do lucro líquido remanescente como dividendos extraordinários, após as alocações às reservas legais e o pagamento de dividendos ordinários, não comprometeria a sustentabilidade financeira da Companhia.
💲 Ademais, a possibilidade de distribuição dos 50% remanescentes como dividendos intermediários será avaliada pelo Conselho de Administração ao longo do exercício corrente.
Nesta sexta-feira (2), a petroleira superou R$ 700 bilhões em valor de mercado pela 1ª vez, e o motivo do salto não foi o petróleo.
O achado foi realizado no poço Morpho, em águas ultraprofundas da costa do Amapá.
Nesta quinta-feira (1º), a estatal elevou em 11,8% o preço do QAV, que já acumulou alta superior a 25% em apenas dois meses.
Ministério Público Federal pede paralisação imediata dos trabalhos de perfuração na região.
O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais não encontrou provas suficientes para favorecer a estatal.
Pelo acordo, a Petrobras comprará 0,8 milhão de toneladas por ano de GNL.
O petróleo tipo Brent já flerta os US$ 106 por barril e favorece as petroleiras brasileiras.
O repasse contempla as operações realizadas pela estatal entre os dias 16 e 31 de julho de 2026.
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