Oi (OIBR3) recebe apenas uma oferta pela UPI V.tal, abaixo do preço mínimo; audiência é suspensa
A audiência ocorreu no contexto do processo competitivo para a venda da participação detida pela companhia.
A Oi (OIBR3) figura entre os maiores ganhos da B3 nesta segunda-feira (25) diante da possibilidade de avanço no plano de recuperação judicial da companhia.
📞 A Oi apresentou uma nova versão do seu plano de recuperação judicial e a expectativa é de que o documento seja votado pelos credores da companhia ainda nesta segunda-feira (25).
Com isso, as ações da Oi chegaram a subir mais de 14%. Às 15h35, os papeis ordinários subiam 11,43%, a R$ 0,79. Já os preferenciais avançavam 11,96%, a R$ 2,06.
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🤝 A Assembleia Geral de Credores da Oi havia sido convocada para o dia 5 de março, mas foi adiada para esta segunda-feira (25) para que a companhia tivesse mais tempo de negociar um acordo com os seus credores.
Assim que a assembleia foi retomada, a Oi disse que apresentou uma nova versão do seu plano de recuperação judicial e defendeu a votação do documento ainda nesta segunda-feira (25). Contudo, pediu a suspensão da assembleia por três horas esclarecer dúvidas dos credores sobre os novos termos do plano e acertar os últimos pontos do documento.
Às 14h30, a assembleia foi suspensa por mais duas horas, desta vez a pedido dos credores, para que as negociações continuassem.
Em fato relevante, a Oi disse que o plano atualizado é "resultado da continuidade das extensas negociações, mantidas entre a Companhia e seus principais credores e outros stakeholders, melhorias e contribuições de credores, em relação à versão anteriormente apresentada".
Na assembleia, o presidente da Oi, Mateus Bandeira, disse que, "desde que a assembleia foi suspensa em 5 de março, a companhia continuou negociando diariamente com seus credores para atender os pedidos de alteração do seu plano de recuperação judicial na maior extensão possível, sempre preocupada em colocar em deliberação um plano viável, que assegure de forma sustentável a continuidade de suas operações no longo prazo".
O plano de recuperação judicial da Oi previa, entre outras coisas, o financiamento de até US$ 650 milhões e a venda de ativos avaliados em mais de R$ 15 bilhões. Com isso, a companhia esperava reduzir a sua dívida em até 75%.
A Oi pediu recuperação judicial em maio de 2023 com uma dívida de R$ 44,3 bilhões. O pedido foi apresentado seis meses depois de a companhia encerrar o primeiro processo de recuperação judicial, que teve início em 2016 e se arrastou até dezembro de 2022, com o intuito de reestruturar uma dívida de R$ 65,4 bilhões.
A audiência ocorreu no contexto do processo competitivo para a venda da participação detida pela companhia.
A empresa destinou um total de R$ 140 milhões para quitar os créditos vencedores do leilão.
Entre as medidas determinadas está o arresto de todo crédito extraconcursal e concursal.
A Oi sustenta que os acionistas teriam exercido controle ou influência de forma abusiva, priorizando interesses próprios.
Valendo centavos, as ações ordinárias da Oi deixaram de ter uma negociação contínua na B3.
A Justiça Federal antecipou a decretação de falência da Serede.
A direção da tele permanece afastada, e a gestão integral fica sob comando judicial.
O compromisso entre Oi e Anatel contemplava a liberação de depósitos referentes a uma ação judicial ligada ao Fust.
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