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Uma pesquisa da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) mostrou que a maioria das instituições financeiras espera um corte de 0,5 ponto percentual na Selic na próxima reunião do Copom. Os bancos esperam que outras reduções no mesmo patamar sejam realizadas nas reuniões seguintes do órgão, fazendo com que o indicador termine o ano em 12,25%.
O levantamento foi conduzido na primeira semana deste mês, ouvindo 21 bancos associados à Febraban. Os respondentes ainda disseram que o Copom acertou em não fazer nenhuma mudança na Selic na reunião de janeiro, quando o índice se manteve em 15% ao ano.
A Selic representa a taxa básica de juros no Brasil, responsável por corrigir operações de crédito. Ela serve de base também para os títulos de dívida emitidos por empresas no mercado de capitais.
Com a inflação convergindo para dentro da meta anual, o Banco Central já começa a respirar mais aliviado e pensar no corte da taxa. A expectativa é que os preços variem entre 1,5% e 4,5% ao longo deste ano, faixa que corresponde a banda fixada pelo Banco Central.
“A Pesquisa mantém o viés de alta para as projeções do mercado de crédito, algo que temos observado desde o ano passado. Assim, mesmo com uma taxa Selic bastante elevada, o crédito deve manter um bom ritmo de expansão neste ano, ainda que com leve moderação”, avalia Rubens Sardenberg, diretor de Economia, Regulação Prudencial e Riscos da Febraban.
Leia mais: Mercado eleva aposta de cortes da Selic em 2026; veja projeções
“Essa revisão altista nas projeções segue concentrada na carteira livre destinada às famílias e com recursos direcionados para as empresas”, complementa Sardenberg.
O resultado da pesquisa Febraban corrobora a expectativa mapeada pelo Boletim Focus. A edição desta segunda-feira (23) mostra que outros agentes do mercado esperam um corte da Selic no mesmo patamar de 0,5% em março.
No entanto, o Focus projeta uma redução ainda maior ao final do ano. Segundo os agentes ouvidos pela pesquisa, a Selic pode chegar a 12,13% em dezembro de 2026
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