Só Bitcoin (BTC) e dólar deram prejuízo em 2025; veja o ranking de investimentos do ano
Na outra ponta, o Ouro e o Ibovespa lideraram os ganhos do ano no mercado brasileiro.
💆 Enquanto parte dos investidores aguarda o halving do Bitcoin (BTC) com entusiasmo, o banco Goldman Sachs prefere manter cautela.
Em relatório publicado nesta quarta-feira (17), a instituição norte-americana destacou que a operação, por si só, não deve fazer a criptomoeda aumentar sua cotação. Segundo o GS, a alta registrada depois dos últimos três halvings se deram em momentos macroeconômicos favoráveis, todos diferentes do atual.
O banco citou pontos de atenção que devem fazer o BTC apresentar uma performance diferente. Um deles é a taxa de juro em alta, que, nos Estados Unidos, está acima de 5%, bem diferente de anteriormente. Ainda já números de inflação e desemprego que podem bloquear o desempenho positivo da cripto.
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“Historicamente, os três halvings anteriores foram acompanhados pela valorização do BTC após o evento, embora o tempo necessário para atingir as máximas históricas seja significativamente diferente. Deve-se ter cuidado ao tomar como base esses ciclos anteriores e o impacto, dadas as respectivas condições macro prevalecentes”, disse a equipe do banco em comunicado aos clientes.
Os analistas também destacaram que a dinâmicos dos preços pode seguir, a partir de agora, a entrada e saída dos investidores tradicionais e institucionais, por meio dos ETFs. Nas últimas semanas, os movimentos das gestoras de investimentos em seus fundos de índices têm impactado o preço do Bitcoin.
Só no último final de semana, em razão dos conflitos no Oriente Médio, as principais criptomoedas do mercado desabaram com a fuga de investidores. Em um cenário de guerra, o mais lógico é que eles prefiram apostar seus recursos em produtos com menos ricos e que, portanto, tenham menor volatilidade.
📊 Três dias antes da data do próximo possível halving, o Bitcoin opera em queda de quase 2% nas últimas 24 horas, segundo os monitores de criptomoedas, em R$ 317 mil. Na semana, a baixa é de 15% e, no mês, cerca de 12%.
Outras criptos também acompanham a queda mensal: ETH (-17%), BNB (-12%), SOL (-34%) e XRP (-23%), segundo o site CoinMarketCap. Entre as mais valiosas, TON (+53%) e BCH (12%) são as únicas que apresentam fortes altas no acumulado do mês.
Na outra ponta, o Ouro e o Ibovespa lideraram os ganhos do ano no mercado brasileiro.
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