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O presidente dos Correios, Fabiano Silva, entregou na última sexta-feira (4) sua carta de demissão ao Palácio do Planalto.
O pedido ocorre em meio a forte pressão política e após a estatal acumular um prejuízo de R$ 1,7 bilhão no primeiro trimestre de 2025, agravando ainda mais o cenário crítico que a empresa enfrenta desde o ano passado.
Segundo apuração do jornal Estadão, a carta foi entregue ao chefe do gabinete pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola.
Lula, que está no Rio de Janeiro para a Cúpula do Brics, deve formalizar a exoneração após reunião com Silva na próxima semana.
A saída de Fabiano Silva reaquece a disputa política pelo controle dos Correios. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), tem interesse direto na nomeação do novo presidente da estatal e tenta indicar aliados para cargos de destaque tanto nos Correios quanto no Banco do Brasil (BBAS3).
Embora Alcolumbre já tenha discutido o tema com Lula, o presidente ainda resiste à troca no comando do Banco do Brasil, onde Tarciana Medeiros tem boa avaliação junto ao Planalto.
O mesmo não ocorre com os Correios, onde o desgaste de Silva se tornou insustentável nos últimos meses.
Os números revelam a dimensão da crise: em 2024, os Correios fecharam com prejuízo de R$ 2,6 bilhões, um salto em relação aos R$ 597 milhões registrados no ano anterior.
Até então, o pior resultado da estatal havia ocorrido em 2016, com perdas na ordem de R$ 1,5 bilhão.
Fabiano Silva, integrante do grupo Prerrogativas — que reúne advogados próximos ao PT —, atribuiu parte do resultado negativo à implementação da chamada "taxa das blusinhas", tributo aplicado sobre compras internacionais de até US$ 50.
A medida teria afetado diretamente a operação de encomendas da estatal.
A crise também se acentuou com divergências internas. Fontes próximas ao governo revelam que o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, pressionava Silva a apresentar um plano de reestruturação com corte de gastos, fechamento de agências e demissões de funcionários.
O clima entre os dois teria se agravado após uma discussão tensa, na qual Silva rejeitou as exigências, gerando desgaste irreversível.
Mesmo atribuindo parte do problema à herança recebida da gestão anterior, Silva não conseguiu apresentar resultados que revertessem a deterioração financeira da estatal.
Com a saída oficial pendente de confirmação, o cenário abre espaço para articulações políticas que podem definir o próximo presidente dos Correios.
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