2025 é o ano do ouro caro e do dólar barato; saiba o pódio dos investimentos
Metal precioso se valoriza quase +30% no ano, ao passo que o dólar tem a maior queda anual desde 2016.
Quem tentou fazer alguma aplicação no Tesouro Direto nesta segunda-feira (18), se deparou com uma taxa ainda mais alta que da semana passada. Durante a manhã, os títulos prefixados chegavam a pagar uma taxa de 13,41% ao ano.
💰 Nas últimas semanas, as taxas de correções dos títulos públicos apresentaram taxas recordes, com a curva de juros atingindo patamares altos. O movimento acontece em um momento de espera do mercado pelo anúncio de corte fiscal do governo federal.
Além disso, os dados do Boletim Focus, com piora nas estimativas da inflação e da Selic, também contribuem para a aceleração das taxas. Com isso, os títulos pós-fixados também apresentaram uma alta, chegando a remunerar quase 7% além da inflação anual, por exemplo.
📊 Leia mais: Boletim Focus: Mercado revisa projeções e Selic pode chegar a 12% em 2025
Começam nesta segunda (18) as novas regras do Tesouro Direto, que mudaram os valores mínimo e máximo para aplicação em títulos públicos. A partir de agora, o piso para investimentos é 1% de cada opção disponível na plataforma, e não mais R$ 30 como acontecia.
Desta forma, um título que custa R$ 767 permite investimentos fracionados a partir de R$ 7,67. Outro que custa R$ 497 pode receber aportes de no mínimo R$ 4,967, de acordo com informações da B3, que administra a plataforma de aplicações.
Os investidores passam a contar, também, com a possibilidade de aplicações de até R$ 2 milhões, o dobro do permitido até a semana passada. Desta forma, o Tesouro passa a permitir que mais investidores consigam aproveitar este que é considerado o investimento mais seguro do país.
📈 Um levantamento feito pelo InfoMoney mostra que é possível dobrar o patrimônio da renda fixa em apenas 5 anos. A saída para esta remuneração é optar pelos títulos públicos ou privados de empresas consolidadas, que chegam a pagar mais de 14% ao ano de rentabilidade.
De acordo com a reportagem, enquanto na poupança o investidor demoraria 10 anos e 6 meses para dobrar seu saldo, a mesma quantia pode ser duplicada em 5 anos e 2 meses quando aplicada em uma debenture do Magazine Luíza que paga CDI+3,3% ao ano.
Os cálculos foram feitos com aportes de R$ 10 mil, mas pode ser replicado em montantes maiores, como R$ 50 mil ou R$ 1 milhão. No caso do Tesouro Direto, a opção que pagava, ainda na semana passada, 13,18% ao ano permitia multiplicar o saldo em 5 anos e 7 meses.
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